Live sábado dia 29 - e link caso você tenha perdido o último

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Oi, pessoas!! Só passando aqui para avisar que vai ter outra live, uhuuu!

Você perdeu a última?? Não tem problema!! As lives são curtinhas, então pode assistir aqui e saiba tudo sobre o livro que estamos fazendo aqui!


Nessa próxima live vamos discutir como o personagem vai roubar o ovo do dragão, qual é o nome das duas próximas personagens e quaisquer cenas que queiram acrescentar e que achem que vai ser divertido!




Vamos participar? E ainda vão conseguir ter seu nome no livro caso suas ideias sejam aprovadas! ;D 

Olha aí os primeiros esboços do personagem!! ;D



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Conto de Natal - o presente indesejado

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Sei que vocês estavam esperando um conto de Natal do Zack e da Jessi, mas desta vez resolvi inovar! É um conto de Natal bem diferente dos contos de comédia que vocês estão acostumados, mas ei, por que não? É bom variar um pouquinho! ;D








Conto de Natal – o presente indesejado

Hoje saí mais uma vez em busca de alguém que queira aceitar meu presente. É noite de Natal, então será mais fácil. Todo ano é assim. Pelo menos uma vez as pessoas querem mostrar que estão tocadas (ou acham que estão).
Não fico desanimado por isso. É bom saber que ainda temos uma chance.
Uma casa enorme e muito bem decorada é minha primeira escolha. Há tantas luzes no jardim que acho que nem seria necessária iluminação na rua; os postes seriam inconvenientes. Uma árvore gigante de bolas coloridas cheias de glitter, um papai Noel no telhado, um boneco de neve feito de isopor do tamanho de um humano normal. Imaginativo. Por fora está lindo. Mas como estará por dentro?
Bati na porta suavemente, depois toquei a campainha. Um homem de meia idade, sorrindo, abriu.
Seu sorriso desmanchou no mesmo instante.
Desta vez caprichei. Aparentava ter 8 anos. Minha roupa estava rasgada no joelho, manchas escuras ao redor dos braços e nas calças, cabelo desgrenhado, e o cheiro, ah, o cheiro! Se eu fosse humano tenho certeza de que não estaria suportando.
Ele resmungou um “o que você quer?” e eu só retruquei com um “estou com fome e frio”. Ele pediu para eu passar amanhã. Insisti e ele fechou a porta me dando um empurrão de leve. Talvez estivesse tentando ser gentil.
Claro que eu não iria voltar. Ele perdeu a oportunidade do presente.
Passei por mais duas casas. Uma me deu um pedaço de pão. Bom, mas não o suficiente. Meu presente surtiria pouco efeito. A outra me jogou um casaco. Aceitei na hora, me despedi e depois passei por outra criança e o entreguei a ela. Eles não deram de coração, só queriam que eu não perturbasse.
Depois de passar por quase todas as casas, eu estava ficando triste. Nenhuma ainda havia sido digna. Nisso, passei por uma que tinha um modesto pinheiro na entrada, algumas poucas luzes e um pequeno presépio.
Promissor.
Ansioso, bati a porta com mais vontade. Desta vez foi o oposto; o homem estava meio mal-humorado, mas abriu um sorriso quando me viu.
— Pois não?
— Estou com fome e frio.
— Onde estão seus pais?
— Não tenho.
Ele me fitou por alguns instantes, me avaliando. Pareceu meio receoso e entendo perfeitamente. Entretanto, abriu a porta e permitiu que eu entrasse.
— Qual seu nome?
— Cris — sorri, com minha boca cheia de dentes amarelos e cariados.
A mãe pareceu surpresa, mas não reagiu de modo ruim. Havia um menino com idade próxima à minha, por volta de 7 anos.
— Temos um convidado para a ceia, mãe — disse o homem sem perder a expressão convidativa.
Ela se empertigou; pude perceber que estivera chorando. Eles estavam brigando, cheguei bem na hora.
O menino não pareceu estar muito feliz com minha presença. Será que não aceitaria meu presente? Crianças costumavam ser bem mais receptivas no passado.
— Boa noite, Cris — disse ela para mim, tentando manter a expressão alegre — Antes de sentar-se conosco, não prefere tomar um banho quente? Vou arrumar umas roupas para você.
Sorri acenando afirmativamente. Meu presente começara. Sem dúvida eles iriam aproveitar bem.
Demorei no banho para fazer valer ainda mais a pena. Depois de uma boa meia hora na banheira, o pai bateu na porta e disse que havia algumas roupas para mim penduradas na maçaneta. Saí da água, enxuguei-me e apanhei as roupas. O menino no final do corredor me fitava de rabo de olho. Bem, parece que terei alguma dificuldade, mas não pode ser pior do que as que enfrentei até agora.
Quando desci vestido e perfumado, a família me recebeu com um sorriso maior e abriram um espaço para mim à mesa. Atraquei-me com o peru sem cerimônia. Não estava com fome de verdade, mas precisava fazer com que acreditassem que sim. O menino novamente torceu o nariz para mim. Meu prato estava enorme, mas eu tinha que me esforçar para comer tudo. Soltei um arroto nada agradável e eles deram risadinhas. A mãe olhou para o pai e vi que trocavam olhares divertidos.
Ótimo. Minha presença mudou um pouco a situação.
Eles possuíam coisas comuns. Alguns retratos ao redor, quadros, um tapete velho. Nada de muito valor.
— João, por que não passa a sobremesa para o Cris?
João não pareceu muito contente ao perceber que eu admirava a casa. Passou o prato sem me fitar nos olhos e murmurando um “toma” de má vontade.
Sorri para ele, mas não surtiu muito efeito.
Após a ceia, eles fizeram uma oração simples. Fiz de conta que não sabia rezar e me ensinaram. Foi divertido. Arrumaram um lugar para mim no sofá da sala e desligaram as luzes. Disseram que se eu quisesse alguma coisa, para que subisse e avisasse. Eu acenei com a cabeça e todos subiram para o segundo andar da casa.
Fiquei sozinho. Esperei que desse umas onze da noite para levantar. Andei pela casa, fui até a cozinha, voltei. Eles não eram ricos, mas também não passavam necessidade.
Parei embaixo do pinheiro da sala. A árvore continha muitos presentes. Demais, até, para uma casa com apenas três pessoas. A maior parte era endereçada ao menino.
Sentei-me e comecei a chacoalhá-los. Eram todos brinquedos; ele sem dúvida não era do tipo que ganhava meias no Natal. Aquela família realmente precisava da minha ajuda.
Ouvi passos na escada. Sorri. Era tudo o que eu queria.
João ficou alarmado o me ver segurando um dos pacotes.
— O que você está fazendo?
Ele desceu depressa os últimos lances de escada e apontou para mim um dedo inquisidor.
— Vou contar para o meu pai.
— Desculpa. Só estava olhando. Nunca vi tantos presentes.
— Eles são meus!
— Percebi. Vai conseguir brincar com todos?
— Claro que vou!
Ele relaxou quando eu coloquei o embrulho de volta na árvore.
— Você tem muita sorte.
João deu de ombros.
— Não é grande coisa. O Luiz da minha sala ganhou uma viagem pra Disney.
— O que é Disney?
Ele tomou um susto e me fitou com olhos arregalados.
— Cara, você não sabe o que é a Disney? Onde você vive?
Eu sorri.
— Por aí.
João deu de ombros.
— O que você ganhou de presente do papai Noel?
— Papai Noel?
Ele se surpreendeu novamente.
— Não sabe quem é ele? Papai Noel sempre vem na noite de Natal e coloca presentes para as crianças sob a árvore!
— Bom... não tenho árvore. Nem casa. Talvez seja por isso que ele não tenha me dado nada. Não tem onde colocar.
João sentou-se ao meu lado.
— Você nunca ganhou presente de Natal?
Sacudi a cabeça negativamente a pareci abatido.
— Sério? Nem um carrinho?
— Nunca ganhei um carrinho na vida.
Ele colocou a mão na boca.
— Você brinca com o quê?
Foi minha vez de dar de ombros.
— Às vezes chuto uma latinha por aí.
Ele pegou um dos embrulhos e o sacudiu.
— Pedi muitos presentes esse ano.
— Você tem sorte dos seus pais te darem tanta coisa.
— Foi o papai Noel.
— Bem, você tem sorte do papai Noel te dar muita coisa, então.
Ele olhou para o alto das escadas. Sua voz saiu mais sussurrada.
— Meus pais não estavam contentes com esse monte de presentes. Quer dizer, minha mãe estava, mas meu pai disse que estava muito zangado de eu ter ganhado tanta coisa. Eles brigaram. Não sei por quê. Meu pai disse que estavam precisando economizar e mamãe retrucou dizendo que ele era um velho egoísta.
— Ele é?
Ele pensou por alguns instantes.
— Acho que não. Quer dizer, ele deixou você entrar.
— Pois é.
Ficamos em silêncio olhando para os pacotes sob a árvore e depois para as luzes de diversas cores que nos cegavam enroladas nela.
— Talvez eu não precise de tanta coisa assim. Tenho um monte de carrinhos.
— Que sortudo.
— E bolas. E vídeo games.
— Caramba! Nunca tive nada...
João olhou para mim direto nos olhos.
— Gostaria de ter?
Eu abri a boca parecendo um peixinho dourado.
— Claro!
Ele mexeu em alguns embrulhos. A princípio pareceu meio hesitante, mas sacudiu um pequeno e me entregou.
Eu o abri na mesma hora e ele riu. Dei um grito sufocado pela minha mão quando admirei o carro esporte brilhante.
— Caramba! Nunca nem toquei em um desses!
João ficou me observando enquanto eu empurrava o carrinho em torno do tapete explodindo de alegria.
— Toma. Pode ficar com esse também.
Eu o admirei com olhos arregalados. Quase arranquei da mão dele o embrulho e o rasguei como se nunca havia desejado nada da vida. Era um barco. Gargalhei e abracei os presentes com lágrimas nos olhos. Conforme eu ia brincando, João ia estendendo para mim os outros embrulhos. Eu aceitava todos animado e choroso. No final, havia apenas um. Ele o segurou por um longo tempo.
— Já jogou vídeo game?
Eu tremia de excitação.
— Nunca. Só ouvi falar.
Ele permaneceu segurando o pacote com dedos vacilantes. Estava em uma batalha profunda em seu íntimo, eu podia ver.
— Tem algum lugar onde carregar? Tipo, na luz?
— Eletricidade? Às vezes no abrigo tem. Posso encontrar alguma nos postes de luz de vez em quando.
Ele deu de ombros e me entregou.
Eu o abri devagar desta vez.
— Como se chama?
— É um PSP. O mais caro da loja, minha mãe falou.
— Você vai me dar mesmo?
— Bom, eu tenho um armário cheio de coisas. Acho que nem preciso de tudo isso. Amanhã mesmo vou falar para os meus pais que quero doar alguns deles para a creche.
— Eles não vão brigar?
— Agora acho que não. Meu pai tem razão. Eu estou mesmo mal-acostumado.
Sorri e ele também. Brincamos madrugada adentro. Quando estava para amanhecer, eu disse que precisava ir. Ele me pediu para voltar outras vezes. Garanti que sim, mas não voltaria nessa forma, claro. Estaria invisível. Mas voltaria.
Quando estava quase na esquina, percebi que ele me acenava da porta da casa. Acenei de volta e ele entrou. Olhei ao meu redor e vi três crianças deitadas na sarjeta, aquecendo-se umas às outras, ferradas no sono. Despi-me e deixei as roupas com elas. Também deixei todos os brinquedos e o tal PSP.
Dar é melhor que receber. Será que não percebem que a sensação de ver o outro feliz é melhor do que um prazer somente seu e momentâneo?
Deixei esse presente com aquela família. Eles estarão hoje felizes por terem feito um menino pobre se sentindo feliz e acolhido. Ficarão com aquela sensação por anos e, enquanto repetirem o gesto, vão entender o que é felicidade.
Quanto a mim, minha missão estava cumprida. Amanhã voltarei a outras casas, mas já não será mais tão fácil, afinal, o Natal acabou. Mas quem disse que missões devem ser simples assim?
Não esqueça de abrir a casa para mim. Estarei lá para deixar o meu presente.
Não é só para proteger as pessoas que estamos por aí.
Abra sua porta.
Deixe um anjo entrar.


Vivianne Fair


Bem, espero que tenham gostado!! 

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Resultado da primeira live e próxima!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Tenho que dizer que foi uma experiência hilária! Ri demais, as ideias de vocês são muito boas! Demorei para postar porque tive que tirar print de todas as sugestões de vocês e levei um tempão... T_T

Qual foi a ideia da live? 
Eu resolvi criar um livro com a participação e sugestão de vocês! Já tenho a história meio criada, mas eu queria que você sugerirem coisas e cenas, nomes, etc. É um desafio para mim, mas já curti! Vocês são incríveis!





Resumindo: ideia do livro:

Há um órfão que foi recolhido por um rei muito bondoso (todos os órfãos da cidade foram) e eles moram no castelo, aprendendo ofícios e muitos lutam para se tornarem da guarda e protegerem o rei.
Nosso herói é escolhido por meio de votação para apanhar um ovo de dragão (todo ano algum órfão é, normalmente o mais corajoso e forte entre eles, mas não foi o caso). Com o ovo, o rei planeja treiná-lo e usá-lo para atacar cidades, etc. Ele já teve um, mas o dragão fugiu.
Esse personagem é fraco, medroso, mas tem bom coração e uma lealdade grande pelo rei, então depois de muita dificuldade ele aceita.
Ele acaba por invadir o covil do dragão e consegue roubar o ovo, mas na saída acaba quebrando o dito cujo no chão (facepalm). Como estava com fome e fraco e o ovo não ia servir pra nada mesmo, ele faz uma omelete (pacepalm2)
Só que o que acontece? Ele começa a virar um dragão!  
No meio do caminho ele vai encontrar uma mulher extremamente sarcástica que ele acredita ser uma bruxa. Acreditem em mim, ela é hilária.

Algumas das ideias geradas por vocês: ele podia ser cego, perder uma perna, ficar surdo...gente, tadinho!! hahahahaha!

Aos órfãos poderiam votar nele para ir; uma menina por quem ele tem um crush poderia segui-lo e vê-lo virando dragão; ele poderia comer pimenta e acabar cuspindo fogo; os aldeões poderiam persegui-lo; ele poderia encontrar o dragão que fugiu; ele podia desenvolver super sentidos de dragão...

Algumas ideias não poderei aproveitar, claro, principalmente porque algumas batem direto com filmes (hahahaha), ou é uma cópia do meu outro livro "A Rainha Sombria" (sim, a principal acaba com dupla personalidade por causa de uma rainha má que mora dentro dela!) e coisas do Quem precisa de heróis? 

Mas nossa, as ideias foram show!! 

Okay, então duas coisas!!

Primeira! Vai começar a votação lá no Facebook pelos nomes dele sugeridos por vocês!! Votem lá!! 
PS: só pude escolher alguns nomes, ok??


1- Ernest
2 - Edmundo - Eddy
3- Lyon
4- Sora
5 - Johan
6- Sig - Sygmund
7 - Justin
8 - Dylan
9 - Oliver
10- Edwin

2 - A próxima live vai ser dia 29/12!!! SÁBADO, 20H!!
"Mas Vivi, não pude participar dessa primeira, ainda posso?"
Claro!! E fique o tempo que quiser; normalmente elas só vão durar por volta de 20 minutos a 30 min, ok?

PS: se sua ideia for para o livro, seu nome estará nos agradecimentos! ;D

Espero por vocês!! 
  




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Live no Facebook sábado

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Olá, pessoas! 
Sim, finalmente criei coragem para fazer uma live no Facebook amanhã, sábado dia 15/12 às 20h! 
Vai ser aqui no meu Facebook
e os próximos vão ser no meu canal Vivianne Fair

Vocês vão me ajudar a criá-lo!


Como vai ser?
Essa live vai ser um pouco diferente! Nela vou criar um livro com vocês! Primeiro vou apresentar a premissa da história que vou começar, o que vai acontecer e, a partir daí, vou pedir sugestões para: 

  • nome do personagem
  • características dele (físicas, idade, etc)
  • características intrínsecas (qualidades, defeitos, manias)
  • cenas que poderiam ser colocadas no livro
  • características dos outros personagens e seus nomes
  • o que não deve ter
  • o que não pode faltar
  • título do livro
Essa vai ser a primeira, e não quero que seja muito longa, então vou dividir depois em outras lives para continuarmos a criar. Infelizmente não posso dizer tudo o que vai acontecer, senão serão muitos spoilers, mas vai ser divertido! (e um grande desafio para mim!)

E ainda vou poder interagir com vocês, finalmente! hahahahaha!
As idéias que vocês sugerirem provavelmente não poderei aproveitar todas; caso eu goste de mais de uma, colocaremos em votação! Aí vocês decidem! 

E caso minhas sugestões sejam válidas?
Se as pessoas e/ou eu gostarmos das suas idéias, seu nome estará nos agradecimentos do livro e poderei te chamar para ser um leitor beta quando eu terminar (caso queira, lógico!!). 

Mas se eu não puder participar de alguma? 
Problema nenhum! Pode participar de uma ou todas! Se suas idéias entraram em alguma e foram aprovadas, seu nome estará lá! 

Posso dar sugestão para outros livros/ contos? 
Claro! Vou amar! Vai ser super divertido!! 


Beijos!! Até amanhã, hein? Se eu estiver sozinha já mato o personagem no começo do livro e fim. hehehehehe




 


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