Conto 25 - conto de natal

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


Desculpem o atrasooo! Meu computador tinha dado problema e...bem, o importante é que ainda estamos na época do natal, certo? Então aí um conto que tentei fazer o mais fofo possível! 
Beijookas!! ^^


Conto 25: Zack e Jessi

Autora: Vivianne Fair


Bom, não é novidade nenhuma Jessi estar atrasada na noite da véspera de natal. Mas como estou mais que acostumado, vou continuar me vingando deitado aqui na cama dela me empanturrando de pipoca.
Certo, na verdade esfarelando a pipoca, porque vampiros nem conseguem digerir essa coisa.
– Já está pronta, Jessi?
Ela resmungou lá de dentro.
– Definitivamente não vou conseguir ficar se você ficar me perguntando isso a cada cinco minutos!
– Certo... – suspirei – e agora?
– Zack, você está parecendo o maldito Burro do Shrek!
– Aah, agora quer me elogiar!
Jessi abriu a porta do quarto enrolada na toalha.
– Eeepa! Que isso safadinha!! Você não pode ir à missa assim! Quer dizer, eu não estou reclamando, mas...
– Zack, apenas vá na frente, tá legal? Quer dizer, é natal! Não haverá vampiros nas ruas; deve haver uma espécie de trégua vampiresca nessa época!
– Na verdade eles não saem nas ruas porque é altamente perigoso virarem cinzas ao toparem com alguns símbolos divinos que ficam espalhados pelas ruas.
– Bem, desculpe por pensar que vampiros podem ser altruístas em alguma época do ano e acabar com minha esperança de que possam ter algo de bom.
– Que bobagem, Jessi! É claro que os vampiros tem algo de bom.
– O quê? – ela perguntou,espantada.
– Ora, eu! Não sou o mestre deles?
Ela revirou os olhos de modo fofo.
– Tá, então só vaza daqui, certo? Pode deixar que vou com as otakus e o Bobby atrás de você. Enquanto isso vai na frente limpando o caminho.
– Ora...bem, está bem. Eu não ia aguentar ficar mais três horas esperando você se arrumar.
– Bondade sua.
Eu saí do quarto meio relutante. Primeiro porque Jessi estava de toalha, nossa! Segundo porque bem, sempre há um vampiro ou outro pelas ruas, querendo atacar as pessoas tão despreocupadas nessa época. Talvez eu devesse mesmo ir na frente e limpar o caminho.
A única coisa que me deixava tranquilo era o presente que eu havia comprado para Jessi: um par de sapatos Channel. Eu não entendo muito desse negócio de marcas. Quer dizer, Channel não era perfume? Bem, a única coisa que fiz foi digitar: ‘marcas famosas e caras’ no Google que deu tudo certo.
Saí da universidade com tranquilidade; Johnny estava totalmente despreocupado nesse dia de natal. Estava até usando chapéu de papai noel, olha só.
A noite estava bem brilhante, não só pelas luzes, mas também por causa da lua, que tentava aparecer mais dos que os pisca-piscas tradicionais. Jessi tinha razão. Acho que a noite vai ser tranquila.
Nem sei quantos natais passei na minha não-vida. Bem, ao menos os natais que comecei realmente a prestar atenção no significado...é como se ele tivesse se perdido no tempo, sabe? Hoje tudo é compras, feriado, brinquedo e sempre se perde o sentido das coisas.
Pronto, é só a rua estar deserta que começo a ter crise existencial.
Devia comprar um radinho.
Mais para frente, um vulto bem pequeno começou a andar na minha direção. Era uma criança totalmente sozinha e desprotegida, e com uma espécie de vestido...ou seria túnica? Na verdade era uma criança muito linda, mas não sei exatamente se era menino ou menina e eu não cometeria a gafe de perguntar.
Quer dizer, não se Jessi não está ao meu lado para me xingar pela vergonha que a estou fazendo passar.
– Olá, senhor...estou sozinho, pode me ajudar?
Menino. Certo.
– Bem, onde estão seus pais? Você não deveria andar pela rua essa hora da noite. Mesmo que seja natal ainda tem muita gente ruim por aí.
– Nesse caso, pode me ajudar? Preciso entregar um presente a um casal amigo meu...na verdade mais para o filho deles, mas não queria ir sozinho.
– Bom, é que eu ia na missa do galo, sabe...
– Ah, mas é na igreja, né? É na mesma direção, vai.
– E por que você está vestido assim? Estava em alguma representação de natal?
Ele deu um sorriso singelo e acariciou a túnica.
– Hum, digamos que sim.
– Aah, está bem. Mas não posso ficar muito tempo. Pra que lado fica?
– Eu te guio! Pode ter certeza que não vai perder a missa!
– Está certo...vai na frente.
Ele delicadamente pegou minha mão e me puxou. Fiquei desconcertado. Quer dizer, eu não costumo ter muito contato com crianças; sempre acho que vou quebrá-las, sem contar que volta e meia falo besteira...e se elas aprendem, né? Tudo bem que quando Jessi e eu tivermos crianças, eu vou tomar mais cuidado e só dizer coisas que realmente deixem Jessi louca e...
Meu Deus, o que estou dizendo? Filhos? Estou em alguma saga de Crepúsculo?
O pequeno me puxou pelas ruas com total despreocupação. Eu estava até me sentindo relaxado quando meu sentido morcego apitou. Alguma coisa perigosa estava vindo em nossa direção. Não era um vampiro, contudo. A criança deu-me um aperto de leve.
– O que foi, senhor?
– Meu nome é Zack. E o seu?
Antes que ele pudesse me responder, um homem veio caminhando mancando em nossa direção. Ele estava vestido de modo simples, um pouco sujo no rosto e parecia estar cambaleando. Bêbado, provavelmente.
– Aee....Duas meninas andando sozinhas nessa noite perigosa...vão pra casa, gurias!
Eu ergui uma sobrancelha e a criança apertou forte minha mão.
– Somos dois caras fortes aqui, senhor – eu respondi, totalmente indignado. Tudo bem que a criança tinha cachos negros e cílios longos e dava para ser confundida com uma menina, mas eu? – E ele está comigo aqui. Então vá andando.
Quando ele aproximou-se, senti um cheiro forte de álcool no ar.
– Eu num voou paraa casa, naum – ele respondeu, tropeçando nas palavras – minha mu-mulher está zangadaa comigo. Ela fica jogano na minha ca-cara tudierrado que eu andei fazendo minha vida toda. E meeu filho num me respeita mais...culpa dela!
Com isso ele deu um empurrão forte no menino ao meu lado fazendo-o cair no chão estabanadamente.
Meu sangue que normalmente está frio ferveu. Comecei a sentir forte o gosto do sangue daquele cara só na imaginação. Ele ia pagar!
Quando o peguei pelo colarinho, a criança apressadamente segurou meu braço.
– Não, não, Zack! É natal!
– Mas...você viu o que ele fez? Ele precisa de uma lição!
– Eu não me machuquei. Esse senhor precisa de sua ajuda.
– Sim, precisa de uns belos tabefes para aprender!
Embora meus dentes estivessem pinicando para sair, minhas mãos queriam completar o serviço. Engraçado quando eles querem aparecer sempre que eu busco vingança. Jessi, é claro, não pensa assim; se ela pensasse, faria de tudo para me irritar para que eu me vingasse dela sugando seu sangue.
– Violência não resolve nada, Zack.
– Quem te criou, moleque? A madre Tereza de Calcutá?
– Você pode ajudá-lo de outra forma? É natal...
Olhei fundo nos olhos do menino e suspirei. Não sabia porque aquele cara merecia minha piedade, mas coloquei-o no chão e dei-lhe um pequeno tapa no rosto enquanto o segurava pelo colarinho.
– É natal, moço. Vá para casa, lave o rosto e peça perdão à sua mulher.
Ele arregalou os olhos para mim.
– Você ficou louco! Só fiquei bêbado porque ela nunca me perdoou... na verdade ela diz que perdoa mas joga tudim na minha cara sempre que fica zangada... – subitamente ele ficou envolto em lágrimas como um bebê. Eu não fiquei muito tocado, o fedor do álcool nele me tirava do sério.
Suspirei fundo buscando minha paciência de algum lugar lá no fundo da alma.
– Bem, isso acontece porque não houve um perdão sincero aí. Provavelmente você jogou panos quentes sobre a mágoa dela e esperou que o perdoasse. Nunca sentou com ela e foi sincero e disse que estava arrependido de verdade. A maioria das pessoas espera que a mágoa da outra pessoa passe e faz de conta que nada aconteceu. Daí quando elas parecem bem, a outra pessoa a magoa novamente e ela retoma essa mágoa do passado.
Ele piscou para mim olhos que começavam a ficar sóbrios.
– Bom, ela disse que tinha esquecido...e aí comprei pra ela um anel de diamantes...foi bem caro! Isso não mostrava que eu me importava com ela?
– Não. Isso parecia significar: “eu gosto de você o suficiente para te comprar algo caro, mas não o suficiente para me preocupar com o que você está sentindo”.
O nariz dele começou a escorrer e o soltei. Ecaaa!
– Você parece bem vivido para um cara tão novo – ele perguntou com uma voz já natural – Já magoou alguém dessa forma?
Pensei imediatamente em Jessi e fiquei imaginando se algum dia ela ia começar a jogar meus erros na minha cara.
Bem, isso facilitaria muito para saber o que realmente a magoou de todas as besteiras que fiz.
– Talvez. Mas se eu souber que minha safa...a mulher por quem me importo está magoada comigo por causa de um erro do passado, vou fazer de tudo pra fazer passar.
Ele refletiu por alguns instantes.
– Você é um cara legal.
Eu ergui outra vez a sobrancelha. Sério que as pessoas me acham tão bom assim, afinal?
Ele ergueu-se cambaleando e disse com voz firme:
– A primeira coisa que vou fazer é pedir perdão a ela.
– Na verdade a primeira coisa que você devia fazer é tomar um café e um banho, pau-d’água.
Ele torceu o nariz para mim, mas depois refletiu um pouco, cheirou embaixo do braço e concordou.
Depois que ele saiu, a criança puxou meu braço.
– Obrigado, seu Zack.
– Bem, foi você que impediu o mal aqui, né? Enfim...estamos longe?
– Não, na verdade estamos bem perto.
Ele me puxou mais alguns metros. Estávamos bem perto da igreja.
– O presépio?
Quando chegamos bem perto dele, o menino ficou em silêncio, contemplando.
– Eu sabia... – murmurei, não querendo mostrar que estava espantado – você é um anjo, né?
Ele sorriu, mas não disse nada.
– Bem, mas parece que o anjinho aí cometeu uma falha. Cadê o presente para o casal? Você não disse que tinha um?
Eu estava meio que me sentindo superior, afinal, tinha comprado um Channel pra Jessi. Senti vergonha ao mesmo tempo, mas ei! Eu sei que Jessi vai gostar!
– Na verdade meu presente é você, Zack.
Ele sorriu mais uma vez e desapareceu.
Fiquei ainda atônito por alguns segundos antes de ouvir saltinhos clop-clop vindo na minha direção.
– Zack? O que houve? Você está bem? A missa já vai começar!
Ela parou na minha frente com aqueles olhos verdes brilhantes.
– Você está chorando?
Esfreguei minha mão em meu rosto e realmente haviam lágrimas ali...minha nossa, eu não estava totalmente seco por dentro?
– Eu... Jessi, já fiz alguma coisa em sua vida que realmente te magoou de verdade? Não falo das minhas besteiras habituais...
Ela ergueu uma sobrancelha.
– Vai aprontar?
– Não, só quero saber.
– Hum, assim de cabeça é difícil. Por que não espera minha TPM? Com certeza deve vir algumas coisas à minha mente!
– Certo! Então você me avisa!
– Okay, qual é o golpe?
– Me desculpe...me desculpe por às vezes bancar um babaca...
Ela olhou ao redor como se estivesse procurando câmeras de pegadinha.
– Espera – ela murmurou boquiaberta – Você está falando sério?
Subitamente os olhos dela começaram a lacrimejar.
– Vo-vo-você re-realmente está...ai, voc-você...
As otakus e Bobby, percebendo nossa demora vieram ao nosso encontro correndo. Jessi estava com a cara já inchada e o nariz escorrendo e mal balbuciava as palavras. Els voltaram-se para mim com fúria nos olhos.
– Qual é, Zack! É natal! Como você pode magoar a Jessi numa noite assim? – gritou Estela, zangada.
– Peça desculpas agora! – continuou Dine.
– Isso não se faz! – completou Sofia.
– Mas eu estava... – tentei explicar, mas a única coisa que faziam era balançar a cabeça em desaprovação e dar tapinhas nas costas de Jessi.
– Bem, Zack, seja o que for – avisou Bobby, coçando a cabeça – a missa vai começar e Jessi não pode entrar assim.
– Jessi – voltei-me para ela dando-lhe tapinhas no ombro – se você parar de chorar agora vou lhe dar um par de sapatos Channel assim que a missa acabar.
Ela ergueu os olhos já secos:
– Channel? Tipo agora? Tipo de que cor?
– Da cor do mico que você me fez passar!
– Vermelhos? Awwwn, Zack...
Ela pulou no meu pescoço e, esquecendo o fato, voltamos a nos dirigir para a igreja. Por alguns segundos voltei meus olhos para o presépio e tive a impressão de ver uma figura a mais de cabelos pretos e túnica ajoelhado ao lado da manjedoura... mas pode ter sido minha imaginação.

Vivianne Fair






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Pra quem quiser acompanhar os outros: 















conto 14 ( o natal de Zack)




conto 21 
conto 22





Beijokas! =) 
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Tirinha 28 - a Caçadora

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Claro que não podia faltar uma tirinha de fim do mundo nesse dia tão especial, né? 
PS: Eu sei que os mais não se referiram ao fim do mundo em si, eu sei que eles não contavam ano bissexto e que por causa disso o fim do mundo seria em agosto e sei que já até encontraram o resto do calendário deles, mas eu tinha que mandar uma dessas, né? hehehe 

Beijookas!!
(clique para abrir maior! ;D)




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Meg Cabot - Insaciável e Mordida

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Aaai, Meg...que sexy! =)

Insaciável - autora: Meg Cabot - editora: Record

sinopse: "Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar - Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio."



Primeiro...Meg é Meg, né? Teve gente que criticou Meg por ela ter feito uma história de vampiros porque estava na moda, mas quer saber? Ainda bem que fez!! Não podia faltar minha autora favorita escrevendo sobre esse tema, né??

Meena é uma mulher que não é muito chegada no sobrenatural, mas como roteirista, é obrigada a escrever uma parte sobre vampiros na novela. Ela detesta a ideia, claro, mas não é tão alheia ao sobrenatural assim, já que tem a capacidade de saber quando as pessoas vão morrer. De repente se vê às voltas com Lucien Antonesco, o qual ela descobre que é um vampiro (aparentemente o mestre do clã e filho do Drácula).

Zack: Pffff... deve ser um dos meus servos...¬¬

Tá, tá. Enfim, Lucien começa a desenvolver uma obsessão por Meena e seus servos percebem isso. Nesse meio tempo, uma organização quer se livrar dele, então surge outro homem na vida de Meena, Alaric - um caçador de vampiros grosseiro e irritante.

Jessi: Nossa, que deja-vu!

Verdade...só que esse aqui era sexy e protegia a Meena! Bem, Meena quer ajudar a pegar Lucien, já que ele é tão perigoso e está tentando transformá-la numa vampira, coisa que ela não quer de jeito nenhum! Empolgado? Pode ficar, o livro é muuito bom! =) 

E o melhor...só tem mais um da série! A próxima resenha pode ser um spoiler, então se você não leu o primeiro, melhor não ler a sinopse abaixo; pode conter alguns spoilers! ;D


Sequência: Mordida



 sinopse: "O poder especial de Meena Harper finalmente será valorizado. A Guarda Palatina - uma poderosa unidade secreta que caça demônios - a contratou para trabalhar na filial de Manhattan. A questão é: seu ex-namorado, Lucien Antonesco, é filho do Drácula e o príncipe da escuridão. Tudo bem, Meena decidiu que já chega de vampiros em sua vida... Ao menos até que consiga provar que, mesmo não tendo alma, os seres demoníacos não perderam a capacidade de amar."








Pois é, apesar de ainda estar trabalhando para a Palatina e ao lado de Alaric, Meena ainda sente saudades de Lucien, que está desaparecido. Entretanto, depois de ser atacada por um vampiro, Lucien aparece e a salva. O problema é que não só os vampiros, mas a Palatina também descobre e Meena tenta ao máximo provar a todos - inclusive ao próprio Lucien - que ele tem uma alma e bom coração. Só que não é uma tarefa fácil e o próprio vampiro não está muito a fim de facilitar. Quer tornar Meena, vampira, custe o que custar, mesmo que a própria não concorde. E aos poucos Alaric começa a manifestar seus sentimentos por Meena e ela por ele...

A Palatina tem a ideia de fazer uma exposição para atrair Lucien e pegá-lo. O vampiro está muito ligado a um pequeno livro de sua mãe, que Meena estranhamente vê em uma visão e que vai ser usado para essa empreitada. Mas como ela descobre sobre esse livro se a única capacidade sobrenatural dela consiste apenas em saber quando as pessoas vão morrer?

Comparado com o outro livro, gostei mais do primeiro...tinha mais ação, era um pouco mais sexy, era tenso...esse era bom, mas...não sei...
Meg sempre faz finais perfeitos, sabe? Só que esse livro, bem...não acho que foi tão feliz, mesmo que parecesse não haver outro jeito. Enfim...eu recomendo, mas o final não foi dos melhores da Meg, embora muita gente discorde de mim! ;D 

Zack: Bom, é natural procurar coisas boas em vampiros...eu, por exemplo, sou cheio de coisas boas.

Jessi: Exteriormente sou obrigada a confessar...agora interiormente...

Zack: Interiormente também! Já me viu de sunga? Jessi? Você está doente? Parece estar com febre.... :)   


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Amada Imortal

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Uma agradável surpresa! =)

Amada Imortal - autora: Cate Tiernan - editora: Galera Record

sinopse: "Primeiro livro de bem-sucedida trilogia, mistura fantasia sobre imortais a uma história moderna de jovem em busca de si mesma e de redenção. Questões de identidade e moralidade aparecem na trama, protagonizada pela imortal Nastasya. Nascida em 1551, acostumada a beber e sair para baladas cada vez mais loucas, ela perdeu o rumo. Suas conexões com outros imortais, interessados apenas em suas habilidades mágicas, a fazem partir em busca de um propósito. E o encontra em uma espécie de clínica de reabilitação para os de sua espécie, onde conhece um pouco mais sobre o próprio passado e cria importantes laços para o futuro."


Gente, esse livro pra mim foi uma agradável surpresa! Quer dizer, eu já meio que o peguei de má vontade pensando: lá vem aquelas histórias clichês de vampiro...

Zack: Oi, desculpa?

Com licença, Zack. Você não tem nada de clichê, não se preocupe. Vampiros devem ser misteriosos e discretos e você não é nem uma coisa nem outra.

Zack: Obrigado.

Enfim...nessa história, Nastasya é uma imortal - simplesmente isso, imortal. Não há uma explicação explícita para isso; simplesmente há vários deles pelo mundo. Só que Nastasya simplesmente perdeu o gosto pela vida em si. Vive em festas, enche a cara e sempre anda com as mesmas pessoas...só que depois ela percebeu que eles começaram a ficar mais cruéis e se deu conta que começou a ficar da mesma maneira. Por um acaso lembrou-se de uma mulher, chamada River, que, imortal como ela, disse que quando cansasse da vida que ela levava, que a procurasse. Mas isso já fazia mais de 80 anos! Poderia River se lembrar?

O fato é que River lembrava sim. Nastasya se separa de seus amigos e vai em busca dela. Acaba encontrando uma casa de ajuda para imortais, uma espécie de...sei lá, SPA mental? rsrs Casa de retiro? Nastasya tem muuita dificuldade para se adaptar e ainda topa com um cara maravilhoso que a despreza. Só que ela começa a desenvolver talentos e a chamar muita atenção...e seus amigos? Estão dispostos a desistir dela tão facilmente? 

Então: o livro não é meloso, é cativante e oferece boas lições de vida, gostei bastante. Tudo bem que por um tempo fica um pouco entediante, mas logo começa a ficar legal de novo! =D  A parte meio ruim é que não senti afinidade com os outros personagens do livro; os figurantes para mim eram meio que todos iguais...quem sabe nos outros livros isso muda?

Enfim, muuito recomendado!!!

Zack: Sei como isso é difícil, de ser imortal. Só estando na minha pele pra saber...

Jessi: Seria mais fácil se você não encarasse tudo como uma palhaçada todo dia!

Zack: Eu só faço isso com você! ^^

Jessi: Ohhhh.....praga! ¬¬


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Tirinha 27 a Caçadora

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Okay, continuando a série: Zack na bienal (eu seeei, estou super atrasada!! Tem tirinhas prontas, mas ainda não estão pintadas, sorry!)

Espero que gostem! ;D

Cliquem para abrir maior! ;D


Surpresa para Camila do Leitora Compulsiva, hahaha!! Adivinha quem é a garota ruivinha? hehe! 
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