Conto 24 - a Caçadora

segunda-feira, 30 de julho de 2012


Estava devendo vocês, né? Desculpem! Eu tenho a tendência de fazer inúmeros projetos de uma vez e fico perdida neles...Então, este é um conto especial para a bienal (Anny, calma que vou fazer o que você me pediu! rs)! Afinal preparei uma surpresa pra bienal que tem a ver com este conto e que você entenderão em breve! =p  (não é nada demais, é só em brinde especial)

Espero que gostem! Se quiserem podem baixar o conto também, lá no final! ^^



Conto Jessi e Zack 24 do livro “A caçadora”
autora: Vivianne Fair

A noite estava até silenciosa demais. Quer dizer, já eram o quê? 18:05 da tarde? Cadê Zack que não veio me atormentar? Será que está doente?
Certo, vampiros não ficam doentes. Só fracos e ele, com certeza, não está fraco porque ontem mesmo fizemos uma aposta imbecil, eu perdi e tive que deixar ele tomar uns dois litros de sangue de mim.
Bem, não vou dizer que perdi sem querer. Digamos que tudo contribuiu para que eu perdesse.
Meus hormônios, por exemplo. E muito.
De qualquer forma, cadê Zack que não...
Um som agudo na janela me fez calar instantaneamente. Algo parara no parapeito da janela.
Eu tenho medo desse bicho. Bem, não é como aranhas, que simplesmente tenho horror; nesse caso é mais...saircorrendogritandoefazendoescândalo. Aranhas é travandonolugarsemsemexer.
Virei-me devagar e fitei a coruja com aqueles olhos arregalados totalmente fixados em mim. Engoli em seco. Christie, a gatinha preta que Zack me deu, se arrepiou toda e proferiu uma ameaça para ela na sua língua gatonesa e eriçou todos os pelos do corpo.
Eu também eriçei todos os pelos do meu corpo, mas além de ser totalmente não intencional, não era nenhuma ameaça no meu caso. Era por me sentir totalmente ameaçada.
Agora você vê, isso é que dá ser uma pessoa antiga, digo, vivida. A nossa família antigamente vivia colocando medo na gente, né? Coisas tipo: não deixa chinelo virado que a mãe morre, se deixar bolsa no chão perde dinheiro, se varrer os pés não casa.
Estou citando os três que mais me davam medo.
Então me veio na lembrança aquela fala: Se você encarar a coruja ela ataca seus olhos.
E agora? É superstição? E é verdade que mariposa joga mesmo pozinho que cega a gente?
Até hoje a única coisa que sei é que manga com leite não mata. Arrisquei uma vez e amei. E eu sou super corajosa, afinal já tomei Coca Diet com Mentos. Tive uma dor de barriga daquelas, mas o que conta é a coragem, certo?
Enfim, a coruja nem ligou para a Christie, que nessa hora já estava escondida embaixo da cama miando por socorro. Era só eu e a ave noturna.
Respirei fundo e tomei coragem. Cruzei os braços e encarei a invasora.
Por dois...três...
Quatro segundos. Depois disso, ela gritou e voou ao meu encontro berrando o grito de guerra das corujas, e gritei ainda mais alto meu grito de medo por tudo o que berra.
Saí disparado pela porta e corri alucinada pelo corredor, empurrando todos os que se aproximavam contra a parede. O que mais me enlouquecia era que a bicha me seguia! O que raios havia com essa ave? Olha quanta gente inocente para atacar ao redor!
Desculpe estar sendo meio egoísta, mas aposto que essa gente não tem o mínimo do pavor que eu tenho por esses animais da noite. Se ainda fosse morcego...
Espera...eles transmitem raiva, não é? Bem, não é nenhuma superstição, então tenho menos medo.  
E cadê Zack que não aparece? Meu príncipe de armadura...
Há, sei. O que ele iria fazer era ou apontar para minha cara e cair na risada ou correr atrás de mim junto com a coruja.
Bem, de qualquer forma ele é tudo o que posso pensar no momento.
Na verdade, é nele em quem eu penso em cada minuto do meu dia, seja para o bem ou para o mal.
Corri feito louca pela universidade com a coruja no meu encalço. Aquilo era estranho; como ela podia saber quem eu era no meio daquele monte de pessoas? E por que eu?
É isso. Devo exalar o cheiro do medo. É por isso que vampiros, lobisomens, corujas, baratas, morcegos, cães ferozes, todos me perseguem.
Deus, devo feder muito.
Entrei no laboratório da universidade e fechei a porta, respirando fundo. Pense, Jessi, pense. Como se livrar de uma coruja maluca?
Depois disso, Jéssica, descubra como se livrar de um diretor maluco, um porteiro maluco, fãs de Zack malucas...
Não precisa tirar uma com a minha cara, cérebro.
Sentei no chão. Excesso de exercício mata? Espero que não.
Depois de arfar por alguns instantes, ergui a cabeça.
A coruja estava em cima da mesa à minha frente me fitando fixamente.
Ah, a janela do laboratório. Claro, as maiores janelas da universidade estão lá na parede e a esperta aqui nem pra pensar nisso. Bom, eu me rendo.
Tampei meus olhos com as mãos e olhei pela frestinha. O fato de me render não quer dizer que vou sair ferida de mão beijada.
Foi aí que percebi que a coruja tinha um papelzinho amarrado na pata esquerda, do tipo que se coloca em pombos correios.
Mas que imbecil faria uma coisa dessas?
A resposta veio à minha mente na mesma hora em que pensei na pergunta.
Resmunguei e levantei meio ressabiada. Gostaria que Zack parasse com esse tipo de brincadeira porque sério...uma hora ele me mata do coração pra alegria do Eric.
A coruja ainda ficava paradona lá, na dela. Ficava resmungando na língua das aves algo indecifrável, mas parecia que também estava cansada de ficar me perseguindo. Com as mãos tremendo fui me aproximando, tentando alcançar a pata e ao mesmo tempo pronta para arranhar a ave se ela voasse na minha cara.
Toquei o papel e meu coração disparou. Puxei lentamente... lentamente... lentamente...
Tirei!
Por favor, batam palmas pra mim! Em algum lugar no mundo alguém tem que bater palmas pra mim! Não sou fadinha, não sou a Sininho, não vou morrer se não fizerem isso, mas eu mereço! Afinal, eu consegui superar meu medo. Isso deveria ser uma fonte de inspiração para todas as pessoas do mundo porque no fim das contas eu...
Aah, sim. A mensagem.
Hesitante, abri o papel devagar, esperando encontrar algo horrendo. Afinal, estava amarrado em algo que me dá um medo horrendo.
No papel estava escrito...

Uh! Uh! Uh!
Zack

Sabe qual o meu problema? É ainda levar esse vampiro desmiolado a sério! Peguei meu celular e disquei. Ele não atendeu. Estranho, normalmente ele atende e ainda grita ‘há-há’ no maior estilo Simpsons.
Percebi que já tinha perdido um pouco o medo da coruja, já que estava apontando para a mensagem e resmungando.
– Você aí, ô da garra afiada. Sabe o que essa mensagem imbecil quer dizer? Afinal, é ‘corujês’. Zack está em perigo ou coisa assim? Ou é só sarro mesmo?
Ela me fitou novamente e resmungou.
– Uh!
Estou bem arranjada. Limpei a sujeira da roupa e quando alcancei a porta, tomei um novo susto. A coruja estava subitamente íntima de mim, se achando a BFF (Best Friend Forever) quando pousou em meu ombro. Segurei um gritinho quando senti as garras sendo fincadas em minha pele.
Força, Jessi. Seus olhos continuam intactos.
Quando saí novamente percebi que muitos olhos não perfurados estavam virados na minha direção. Claro, afinal de contas uma louca de cabelos vermelhos saiu disparada gritando pelo corredor, empurrando as pessoas contra a parede e sendo seguida por uma coruja saída do inferno. Nada demais.
Linda, a líder de torcida loiríssima, veio ressabiada em minha direção.
– Tipo assim, isso aí é uma coruja?
Não, é um espanador com olhos arregalados.
Ataca ela, espanador! Ataca!
Jessi, chega. Você é superior.
– É uma coruja, sim.   
– O diretor não vai gostar disso, tá?
– Nem eu gosto.
O diretor Anderson foi outro que brotou no meio do nada e veio na minha direção, provavelmente atraído pelo barulho. Diretores sempre são atraídos pelo barulho.
– Senhorita Jéssica...isso aí é uma coruja?
Meu Deus, não tem aulas de biologia nessa universidade?
– SIM, SENHOR, É UMA CORUJA. Cuidado que ela bica.
Pelo menos, nessa hora, queria que bicasse.
– Senhorita Jéssica, sabe que não admitimos animais na universidade...
Acho que eu deveria dizer que tem uma gata preta no meu quarto, mas agora já me afeiçoei a ela.
– O senhor tem uma espingarda?
Ele hesitou por uns instantes. Depois corrigiu a postura.
– Bem, bem, não precisa se livrar assim da pobre ave. Podemos chamar o controle de animais ou...
– Tá, tá, deixa que eu dou um jeito nela, seu diretor. Papai embaixador que mandou, você sabe.
Pronto. Agora ele sossega.
Saí pelo corredor ainda sentindo os olhares pelas minhas costas e tenho certeza que ouvi um “Viu, eu disse que era uma bruxa! Só assim para conseguir conquistar o Zack.”   
É, mas eu fosse bruxa, teria poderes...certo, deixa pra lá. Por mais ridículos que sejam, continuam sendo poderes.
Alcancei o jardim ainda com a coruja empoleirada no meu ombro, tentando dizer a mim mesma que ela não podia bicar meu olhos já que está virada para o outro lado.
Espera, as corujas não podem virar a cabeça 180 graus? Ai, meu Deus...
Alcancei o prédio de Zack. Alguma coisa muito errada devia estar acontecendo para ele não me sacanear assim que li a mensagem. Talvez com essa mania de fazer piadinhas ele acabou caindo em algo sério.
Conta uma novidade agora, né? E lá vou eu para o buraco junto com ele. Pfff.
Subi as escadas um pouco temerosa. Sempre que chego ali sou surpreendida com algum vampiro de plantão. Quanta gente quer acabar com Zack, fala sério.
Digo isso no sentido bom e no sentido mau.
Quando estava passando pelo segundo andar, senti uma presença vampiresca desconhecida ao mesmo tempo em que a coruja BFF sacudiu as asas. Ela também sentiu ou sua intenção era apenas me matar do coração?
Subitamente ela emitiu o grito de guerra das corujas e eu gritei e me joguei no chão. Senti um vento passando rápido pelo meu cabelo e ouvi um baque surdo. Um vampiro havia se jogado sobre mim e, quando me joguei no chão, ele acabou se estatelando na parede.
Ponto pra mim apesar disso ter sido totalmente sem querer!
Ele rosnou e se voltou na minha direção.
Epa! Acertei na cagada, mas isso não quer dizer que consiga novamente.
Quando ele girou o corpo e eu cobri meu rosto – parece que essa se tornou minha mais nova maneira de me defender – ouvi novos gritos e abri uma frestinha na mão. A coruja havia voado no rosto dele e atacado – acredite se quiser – seus olhos! Bati palmas enquanto o vampiro rosnava para ela e tentava afastá-la debatendo-se.
Achei que estava segura, mas lembrei que corujas não tem garras bentas e nem feitas de madeira. O que quer que a minha nova BFF faça, ele ia se recompor rapidinho. Comecei a subir as escadas que faltavam gritando o nome de Zack. Ele devia estar em apuros, afinal, talvez aquela mensagem realmente quisesse dizer alguma coisa em código cifrado e e não pude entender. Zack fala dezenas de línguas diferentes – algumas inclusive mortas como ele – e talvez corujês seja uma que...
Senti dedos frios no meu pescoço e não consegui mais gritar. Estava frita, assada, cozida na manteiga. O vampiro havia me alcançado e pude sentir sua fúria em forma de hálito mortal na minha orelha.
Fim da linha pra mim.
Gemi alto e soltei um gritinho, a única coisa que consegui pronunciar.
– Uh!
Fechei os olhos, mas nada aconteceu nem mesmo depois de alguns segundos. Um vento ainda mais rápido que o anterior passou pelos meus cabelos.
Arrisquei uma olhada.
Zack fora tão rápido no salvamento que agora finalizava o vampiro, cujo corpo sumiu em cinzas no chão.
– Jessi! Ah, meu Deus, Jessi, você está bem? Por que não me disse que estava em apuros?
– Eu gritei o tempo todo!
– É, mas com seus gritos já estou acostumado. Eles nem me convencem mais.
– Ora, seu...
– Aah, você conheceu o Severus! – ele estendeu o braço e a coruja subitamente levantou voo e parou devagar em seu braço.
– Severus? De Severus Snape?
– Pelo visto ele entregou a mensagem direitinho! Bom menino!
– Como sabe que é ‘menino’?
– Porque ele parece menino. Então agora é menino.
– Grande explicação.
– E olha pra cara dele. Ele parece severo, né? Até parece que está julgando alguém.
– Zack, é uma coruja. Elas sempre parecem que estão julgando alguém.
– Bom, agora é meu bichinho. Quer dizer, eu não teria morcegos. Eles parecem ratos.
– Corujas comem ratos.
– De qualquer forma ele merece um biscoito! Corujas comem biscoito?
– Não, acabei de dizer que elas comem ratos ou...ei, espere aí! Que raios de mensagem foi aquela, afinal?
– Ah, a mensagem? Pensei que soubesse, afinal, você veio, né?
– Eu vim porque te liguei no celular e você não respondeu!
– Eu queria que você decifrasse a mensagem antes de responder.
– Que mensagem?? Uh Uh Uh parece uma vaia!
– Tadinho de você, Severus, ter que aturar os gritos da Jessi. Vai ganhar dois ratinhos!
– O QUE ESTAVA ESCRITO LÁ?
– Tudo bem, relaxe, Jessi. Vem cá... – ele estendeu o braço e acariciou meus ombros – o que estava escrito na mensagem...
– Sim?
– ... era uh uh uh.
– Zack... me dê um motivozinho para não te matar agora.
– Severus ia furar seus olhos.
– M...mentira.
– Quer arriscar?
– Não.
– Então entra aqui, Jessi. Vamos tomar um chazinho – você, pelo menos – no meu quarto e esquecer essa bobagem toda. Você deve estar apavorada...
– Só entro aí quando você me dizer o que significava aquela mensagem.
– Bem, te dou duas alternativas. Eu te digo o que era e você não entra mais no meu quarto ou não te digo e a gente troca uns beijinhos aqui dentro.
Respirei fundo.
Quem se importa com a curiosidade afinal?
Afinal, ela matou o gato.
Curiosidade malvada.


Vivianne Fair





Aqui para quem quiser ler os outros contos! =) - clique em 'baixar agora'
Pra quem quiser acompanhar os outros: 
conto 14 ( o natal de Zack)
conto 21
conto 22



Beijokas! =) 
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Tirinha 24 - a Caçadora

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Nossa, fazia tempo mesmo que eu não fazia uma tirinha para colocar aqui, hein? Desculpa mesmo; estou tão enrolada com as coisas da bienal...;/ E o pior é que a maioria já está até desenhada..rs

Ela ficou meio tarde com o assunto! Isso é que dá ficar adiando, né? rsrs Vou ver se me forço a colocar horários para fazer as coisas...u.u

Clica para abrir maior (eu sempre digo isso, né? XP)
E pra quem não pagou o caçado..o tempo está correndo! 



 Beijoooos!! XDD


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Descontos em livros! =D

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Antes eu quero agradecer a tooodos os recados e mensagens e emails e SMS que eu recebi pelo dia do escritor!! Vocês são maravilhosos e como disse no Facebook, é um prazer enoorme fazer isso para vocês! Amanhã mesmo vou ver se coloco um conto em agradecimento! ^__^ 

Então, pessoal, hoje o post é uma dica! ^^

Esses dias eu estava pensando nesses sites de compras coletivas...alguns deles dão descontos de até 90%, né? Acabei de comprar dois albuns de fotos capa dura tão baratinho! Certo, admito, alguns tem umas promos de restaurantes que ficam lá na casa do chapéu, como diria papai. Mas alguns tem a enoorme vantagem de poder comprar de longe!
Tá, agora você deve estar pensando: beleza, Vivi...mas o que isso tem a ver com um site de resenhas de livros?? Simples! Aqui tem algumas ofertas para você comprar livros baratinho! Pode ficar tranquilo quanto aos links - eu os testei e estão todos tranquilos, haha! 

Eu ficava pensando: "ok, eu quero ver o dia que vai ter compra coletiva para livros!" Agora que descobri que sempre teve, me senti meio burrinha! O bom desses sites é que eles oferecem um pouco mais de segurança. Vi a oferta deles no meu email e resolvi propagar aqui! ;)

Eu já comprei algumas vezes por sites de compras coletivas...tem um montão por aí, mas só conheço poucos (sei lá, não quero sair arriscando) mas devo confessar que comprei celular, corte de cabelo, comida..hehe Então reuni alguns links de livros que tem no site do Groupon (esse eu conheço, se alguém quiser lembrar de mais algum, posta aí nos comentários) e você pode colocar a sua cidade, se cadastrar e comprar livros de montão! =) 

Acho que é uma boa...então eu quis dividir com vocês; afinal, quem não quer um descontinho?? hehe 

Então tem alguns links aqui! Se souberem de mais, podem colocar aqui nos comentários!


Descontos em Livros digitais na Saraiva

Descontos em Livros em Belo Horizonte

Descontos em Livros em São Paulo

Descontos em Livros em São Paulo


Descontos em Livros no Rio de Janeiro



Ou vocês podem simplesmente entrar no site e digitar a procura..olha só:
São Paulo

Enfim, eu sou meio pata para encontrar essas coisas...mas acho que pra quem sabe mexer vai achar isso tudibom...

DICA MEGA IMPORTANTE: Antes de comprar algo por um site de compra coletiva, apenas leia atenção toda a oferta!! Não vá clicando sem ler tudo antes! Já teve vez que fui comprar um celular e nas letrinhas miudas dizia que eu devia fazer um contrato de $60 com uma operadora! Outros ainda dizem que a promo é de 50%, mas se você for pesquisar no mercado, foi uma promo de só 10% e por aí vai. Outros dizem que você tem que ir até o estabelecimento pegar, etc. Então não vá clicando antes de ler toda a oferta, viu? Apesar de serem apenas livros, nunca se sabe, né? Vale muito a pena, mas sempre preste atenção!  

Aah, fiquem de olho no Recanto esses dias, viu? Vai entrar umas promos beem legais! =D E quem não comprou o livro do Caçado, lembre-se que a reserva vai até dia 3 de agosto! =/ Vocês tem que depositar pra valer; não basta só querer, né?
Algumas pessoas deixaram o email errado na lista ou simplesmente a caixa de entrada está cheia e o email retorna! Ué, gente, assim não dá, né? ¬¬


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Adivinha quem é a nova autora da editora Draco?

terça-feira, 24 de julho de 2012

Ta-ráááá!! E então?? Adivinharam?? Adivinha quem vai conseguir publicar agora o Quem precisa de herois??? 

Sou eu, pra quem tá dando uma de Zack, okay?? hehehehe

Aqui está o post no blog da editora Draco!!  Por favor, comentem lá também? Dão uma forcinha? ^^

E o que mais tem de legal?? O Erick da editora Draco criou um logo especial para a Caçadora! =3 É, as capas vão mudar, mas vai ter muuito mais coisa por aí...inclusive livros com ilustrações! ;D 

Vou publicar a entrevista do top 5 aqui, mas não esqueçam de comentar lá também!

"Mais um Top 5 chegando ao Covil do Dragão. Quem fala conosco sobre suas influências dessa vez é a escritora Vivianne Fair, autora de Quem Precisa de Heróis e da série A Caçadora. Os três volumes serão publicados pela Editora Draco em breve, mas você pode conhecer um pouco de seu trabalho aqui. Olha só o novo logo da coleção que temos muito orgulho de trazer ao Dragão:

   A série "A Caçadora", de Vivianne Fair tem novo logo, novas capas, novo tudo!


Vivianne Fair: Uff, pensar em cinco influências na minha vida é dose, mas já que posso misturar as coisas...rs Desde pequena fui influenciada por inúmeras histórias. Eu amava ler, amava tudo que envolvesse entrar em um universo novo. Então mesmo que não curta mais as mesmas histórias, convém que eu as colocasse aqui. Também amava quadrinhos. Podia passar minhas férias inteiras trancada no quarto só lendo e desenhando.
Sonhava com histórias que eu mesma criava, escrevia e desenhava histórias que eu sonhava. Não parava nunca. Nem mesmo depois dos psicólogos, haha!
Resolvi que seria complicado escolher apenas 5 livros para explicar minhas influências, então resolvi postar uma coisa de cada gênero, dando um exemplo de cada uma.
Então vamos lá?


1- Livro Trílio Negro de Marion Zimmer Bradley

Capa americana de O Trílio Negro


Vivianne Fair: Esse livro me marcou profundamente e mudou um pouco minha maneira de escrever. Era um marco na minha maneira de ver princesas e príncipes, feiticeiros e reinos. Três princesas com personalidades diferentes com destinos diferentes e prontas para proteger o reino com um único objetivo. Lembro que logo que terminei, quis pegar o lápis para escrever algo nesse estilo. Uma princesa forte, uma nova maneira de lutar. Nunca cheguei a publicá-lo, nem tinha intenção, mas pra mim o que valia era escrever.
Não vou dizer que sou fã de Marion Zimmer Bradley porque eu só o era na infância, até descobrir que todos os livros dela terminavam de forma trágica e isso não faz meu gênero. Esse foi o mais leve porque ela o escreveu com duas outras autoras, então foi melhor.
Também era fã de livros como Grandes Aventuras e Monteiro Lobato.


Draco: Já percebi que você era aquele tipo de criança que vivia enfurnada na biblioteca e no mundo da fantasia na sala de aula, não é?


Vivianne Fair: Um pouco por aí... Na verdade eu passava muito tempo lendo e escrevendo, mas brincava muito. Era aquela que inventava as brincadeiras mais loucas e que todo mundo queria participar. Chamava o prédio inteiro para assistir meus shows de mágica. Colocava as crianças para interpretar minhas peças de teatro. Corria atrás dos meninos que maltratavam gatos com pedaços de pau. (É, inverti a música atirei o pau no gato..rs)



Draco: Pelo visto seus pais tiveram um bocado de trabalho. Tem algum personagem nos livros "A Caçadora" ou no "Quem precisa de heróis?" que você baseou em si mesma?


Vivianne Fair: Todos eles são um pouco parte de mim. Sou por vezes inocente e determinada como a Sephira, estressada e sarcástica como a Blaze, cômica e metida feito Zack. Cada um deles tem um pouco de minha maneira de ser. Não acho que eu tenha múltiplas personalidades, apenas ajo de maneiras diferentes diante de circunstâncias diversas.


2 - Final Fantasy



 Não falo de apenas um Final Fantasy (embora o 7 tenha sido o que mais me marcou), mas de todos em geral, incluindo outros RPGs, como Lunar, Chrono Cross, Tales of (muitos) e tantos outros. Amo jogar video game,e me envolvo totalmente nas histórias, por isso que para mim o roteiro vale tanto quanto o jogo em si.


Draco: Você também inspirou-se em histórias de videogame para criar seus personagens? Percebi que o seu sobrenome "Fair" vem de um dos personagens, Zack, do jogo Crisis Core, não é?


Vivianne Fair: Sim, exatamente, assim como o nome "Sephira" vem do personagem "Sephiroth" de Final fantasy 7 pelo qual sou perdidamente apaixonada. O design de Zack foi inspirado um pouco no personagem Zack Fair (daí meu sobrenome) com cabelos arrepiados. Eles não tem a mesma personalidade e nem são muito parecidos, mas amo o design dos dois!


Draco: Você optou por seu sobrenome Fair por conta de seu amor pelo personagem ou tem algo mais?


Vivianne Fair: É, tem algo mais. Antes de me lançar como escritora, eu já era bem conhecida internacionalmente pelas minhas ilustrações - tenho um site de ilustrações chamado deviantart que tem cerca de 2023 que me seguem: www.belafantasy.deviantart.com
Lá eu fiz uma enquete com inúmeros nomes para optarem e esse ganhou disparado.
Por que optei por um nome diferente? Viviane Machado versus Vivianne Fair? Bem, um dos motivos é a privacidade. Adoro quando me procuram pelo Fair pelos livros e pelo Machado por outros motivos, como ilustrações, por exemplo. Gosto de separar as coisas, sabe? É mais fácil...rs


Draco: Você busca sua inspiração apenas nos videogames ou em jogos de tabuleiro também? Na história do"Quem precisa de Heróis?" o nome era antes: Cavaleiros do RPG. Há algum motivo por ter mudado o título?


Vivianne Fair: Videogames sempre me inspiraram demais. No caso do Cavaleiros do RPG, os jogos de tabuleiros me inspiraram um pouquinho mais por conta das besteiras que meus amigos falavam durante os jogos, rs. Por exemplo, eles sempre criavam heróis super poderosos que ninguém podia derrotar, que tinham poderes estrondosos, etc. Então resolvi criar uma personagem tão estupidamente poderosa que destruiria o mundo com um espirro (Sephira).
No caso do "Cavaleiros do RPG" tive que mudar o título porque as pessoas se assustavam com ele dizendo: "Ah, mas não sei jogar RPG, então não vou entender" ou "Cavaleiros com problema de coluna?" (ACREDITE, já ouvi essa!) e por mais que eu dissesse que na verdade qualquer pessoa que já ouviu ou leu conto de fadas podia entender, eles não acreditavam muito. E sempre explico os detalhes no livro de maneira divertida.


3- Autora Meg Cabot
A Mediadora, uma das séries de Meg Cabot
Vivianne Fair: Minha autora favorita e uma fonte de inspiração! No caso eu escolhi a série "A Mediadora" por ser minha série favorita, mas gosto de quase todos os livros da Meg (não posso dizer todos porque não li todos, rs). Para mim é a autora que mais me encanta, embora possa gostar de muitos outros, como Terry Pratchett por exemplo. Gosto muitos de livros que me divirtam e não me façam sofrer!


Draco: Já vi que seu forte é a comédia. Já pensou em fazer alguma coisa diferente desse estilo ou optou apenas por esse? 


Vivianne Fair: Meu forte é decididamente a comédia. Já escrevi outros estilos, mas sempre acabo colocando uma piadinha e quebrando a tensão. Quem me conhece sabe que sou assim; sou o tipo de pessoa que tem que fazer piada e fazer as outras rirem, senão considero que não ganhei o dia. É uma alegria muito grande quando me dizem que morreram de rir no ônibus lendo a Caçadora ou o Quem precisa de heróis? ou quando fazem resenhas dizendo que meus livros são perigosos de serem lidos em locais públicos. Acho que se não fosse escritora eu teria me dado bem como palhaça, hehe. Até meus livros infantis misturam comédia. É parte de mim. Talvez eu tente fazer algo diferente em breve, mas sei que não vou me divertir tanto quanto me divirto escrevendo meus textos.


Draco: Você disse que escrevia muito desde pequena. Já tinha interesse em publicar? E desde pequena escrevia comédias?


Vivianne Fair: Olha, pegando meus livros hoje, acredito que para mim agora eles são verdadeiras comédias...rs. Mas não, eu não tinha interesse em publicar. Pra mim o que eu mais queria era distribuir para que as pessoas lessem ou colocar para fora o que se passava em minha cabeça.
E eu gostava muito mais de quadrinhos do que apenas escrever - meus livros de histórias eram lotados de desenhos. No caso dos livros eles eram mais sérios, como contos de fada com pitadinhas de humor; no caso dos quadrinhos, eram essencialmente humor. Conforme ia me tornando adolescente eles passaram a ficar mais sérios, mas depois voltaram ao humor. Mas a ideia de publicar meus livros na verdade surgiu durante minha monografia e exposição para conclusão de meu curso de Artes Plásticas. Eu fiz um fotomangá com a ajuda de alguns amigos e como não dava tempo de terminar, minha professora sugeriu que eu terminasse em forma de livro. Escrevi e ficou enorme! Ela leu e amou; disse que eu deveria fazer de tudo para publicar; ela mesma comprou umas três cópias para dar de presente...rs Depois disso resolvi investir neles. Para quem quiser ver o fotomangá, clique aqui:
Mas não só jogo de RPG ou videogames me influenciaram; muitas músicas e suas respectivas trilhas sonoras também. Não posso nem dizer o quanto! rs Eu caminhava, andava de bicicleta ou me trancava no quarto ouvindo. Imagino situações até hoje; ouço música me imaginando em um mundo de fantasia.
Não quero que psicóloga alguma no mundo conserte isso.


4- Calvin e Haroldo

Calvin & Haroldo

Vivianne Fair: Não posso citar apenas Calvin e Haroldo, mas também Asterix e Obelix, quadrinhos Disney diversos e tudo o que me ajudou a construir o meu mundo particular. Sem quadrinhos minha vida teria sido um completo e enorme tédio!


Draco: Vê se bem que quadrinhos te influenciaram bastante. Você disse que chegou a fazer quadrinhos. Publicou algum ou foi apenas por diversão?


Vivianne Fair: Os primeiros foram apenas por diversão. Depois, com o passar do tempo, criei uma personagem chamada Fantasy, inspirada pelo jogo Phantasy Star (até hoje meu email leva 'fantasy' rs). Com ela criei inúmeros quadrinhos que chegaram a ser publicados em revistas diversas, algumas das quais: "Desenhe e publique mangá" e "Talentos do Mangá". Também fiz fanzines: Kingdom Cracks (um fanzine comédia do jogo Kingdom Hearts), Final Fantasy Second ChanceFantasy, e o meu mais recente: Crazy Angels, todos esses por publicação independente. Também ganhei muitos concursos de quadrinhos nacionais, entre eles nos eventos Animecon (em São Paulo) e Kodama (em Brasília).
Parei um pouco com os quadrinhos - hoje só fico com as tirinhas do meu site, na lojinha e ilustrações diversas - porque bem ou mal, quadrinhos é algo que nos suga muito tempo. Às vezes as idéias vinham e eu não tinha tempo para colocá-las no papel, então optei por escrevê-las, o que deu mais certo. Posso levar apenas um mês para escrever um livro, mas levo meses para fazer uma revista em quadrinhos.


5- O filme Fantasia e contos de fada em geral

                                          Fantasia é um clássico da Disney
  

Vivianne Fair: Esse filme em especial marcou minha vida tremendamente. Tinha de tudo um pouco - música clássica, centauros, fadas, Mickey (rsrs), pégasus, etc. Tudo muito lindo e só feito de canções, sem nenhuma fala. Perdi a conta de quantas vezes eu vi esse filme, embora acredite que tenha passado de 14 vezes. Até hoje tenho a coleção completa com fitas e cds. Passava horas tentando desenhar as figuras dos filmes.   
Por que os contos de fada? Quando se é pequeno, tudo encanta, tudo é lindo, tudo é fantasia. Comigo não foi diferente. Era uma menina que gostava de histórias de princesas, fadas, bruxas, dragões, príncipes, etc. Por mais que as pessoas neguem e muitas dizem que não foram assim, existe essa fantasia de contos de fadas em cada um de nós. Todos cresceram com isso. Quem nunca quis bancar o Super-homem ou Mulher Maravilha? Que menina nunca se vestiu de princesa, de bruxa ou de fadinha para poder se divertir? Até hoje gosto de fantasiar.  Talvez seja por isso que sou cosplayer? Quem sabe?


Draco: Pelo visto você usa mesmo e muito a imaginação. Já pensou em fazer livros infantis recontando contos de fadas?


Vivianne Fair: Já sim, mas por mais que eu tenha essa maneira infantil de ser, não sou mais como antigamente. Talvez eu faça isso algum dia, mas minhas histórias não são mais para serem apenas belas, mas sim para serem divertidas e passar alguma bela lição. Talvez seja por isso que me sinto tão influenciada por contos de fadas nos meus livros - eles sempre tentam passar belas mensagens ou mensagens de coragem - quem leu o "Quem precisa de herois?" sabe disso. Por mais que o livro seja repleto de piadas, a minha intenção é sempre passar algum questionamento.


Draco: Mas você sabe que contos de fada não são sempre belos.
Vivianne Fair: Sim, eu sei. É por isso que prefiro as belas versões do que as histórias originais da Pequena Sereia e Bela adormecida por exemplo..rs Nos meus livros não tem só piadas, claro. Tem drama e momentos de dúvida, a realidade como ela é, mesmo que às vezes na base da brincadeira. Sempre levanto algum tipo de questionamento para fazer os leitores pensarem.
Todos querem um final feliz, todos o imaginam de diferentes formas.


Draco: No seu livro "Quem precisa de heróis?", as pessoas dizem que se divertem com seus comentários de rodapé como se você estivesse falando sobre a história com elas. No caso da Caçadora, não. É algo que você vai tornar típico nos seus livros ou foi só no caso deste?


Vivianne Fair: No caso do "Quem precisa de heróis?", a história está em terceira pessoa, então quem estava narrando era eu. Às vezes eu escrevia a parte na história e uma piada se formava em minha cabeça; mas como era gozação deste ou daquele personagem ou de uma cena em si, não fazia sentido eu colocá-la na história, mas estava louca para contar pra alguém. Então criei as notas de rodapé, como se eu mesma estivesse falando com o leitor para levá-lo às risadas. No caso da Caçadora não foi necessário porque visto que era em primeira pessoa, não era necessário meus comentários já que a personagem em si já falava o que eu queria falar. Ela mesma zoa o livro sem precisar da minha ajuda, rs. Pretendo escrever outros livros dessa maneira também, mas tenho que ver quais.


Draco: Já tem ideias para os próximos livros? Estão relacionados com a série Caçadora ou do livro Quem precisa de heróis?


Vivianne Fair: Com certeza tenho! Se eu não tivesse dois empregos feito o pai do Cris já teria escrito, mas fazer o quê? Tenho muitas ideias, relacionados à série e um novo do Quem Precisa de Herois também, mas vou escrevendo aos poucos. Até ideias para capas eu já tenho! rs


Vivianne Fair nasceu em 1979 no Rio de janeiro, mora hoje em Brasília com seu filho e é formada em artes Plásticas pela UnB - Universidade de Brasília. É professora de desenho mangá e professora de inglês, além de escritora e ilustradora profissional. Ama Deus mais que tudo, é sonhadora, comediante, e sonha poder realizar todos os sonhos - infelizmente são tantos e mudam a cada dia que fica meio difícil realizar o objetivo. Mas o importante é sempre tentar. Ganhou prêmios nacionais com suas ilustrações e tem um blog chamado Recanto da Chefa no qual posta resenhas de livros que devora, tirinhas, contos e promoções, além de tutoriais sobre coisas nada a ver, mas que divertem ainda assim. Tem publicações em livros de contos como " A sociedade das Sombras" e "Drácula Eternamente". Também faz audiocontos para a rádio Digital Rio. Seu facebook é este aqui. "

E aí?? Gostaram da entrevista?? Só notícia boa, né?? Se Deus quiser! rs
Beijookas e muito obrigada pela força, amigos!! ^^

PS: Gostaram da logo?? ;)
 


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Desejos dos Mortos

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Hum...sinistro, mas...de leve!

 Desejos dos Mortos - The Body Finder - Livro Dois - Kimberly Derting - editora: Intrinseca


sinopse: "Enquanto tenta manter seu segredo, Violet, involuntariamente, torna-se objeto de uma perigosa obsessão. Seu primeiro impulso, como sempre, seria pedir ajuda ao melhor amigo, Jay – porém, agora que os dois são um casal, as coisas não funciona mais assim. Ele passa cada vez mais tempo com um novo colega, Mike, e Violet tem oportunidade de sobra para pensar e repensar sobre o que, afinal, está fazendo seu namoro dar errado. É então que ela se dedica a investigar a vida do récem-chegado Mike, e diante da trágica história familiar do garoto Violet se depara com uma verdade capaz de colocar todos eles em extremo perigo."

Este é o segundo livro da série, quem quiser ver a resenha do primeiro, o Ecos da Morte, clique aqui! =)
Então, vamos lá!

Violet, para quem não se lembra, consegue ouvir os ecos dos mortos. Não que ela possa vê-los ou ouvir seu nome sendo chamado, mas ela pode ouvir seus ecos, tanto de animais quanto de humanos. Pode ser uma sensação, um gosto diferente na boca, uma música, um cheiro...principalmente se foram assassinados. E seus assassinos também carregam a mesma marca; coisa que faz Violet então identificar quem cometeu o crime! Quem não leu o primeiro, pode até ler o segundo, porque as histórias não estão ligadas. Elas terminam bem e fecham, ponto positivo para o livro! =D 

Neste em especial, Violet escuta um eco de uma harpa vindo do porto...alguém estava preso dentro de um container! Para não parecer que é louca, já que ninguém pode ver dentro do cointaner, ela liga para o FBI anonimamente. Mas ela é rastreada! Uhuuu...tenso, não? Ela em vez de dividir e pedir por ajuda, passa o livro inteiro escondendo seus segredos de todo mundo, incluindo de Jay, que é um grude com ela. 
Depois de um tempo, também começa a receber ameaças vindas da escola. Primeiro telefonemas, depois...bem, não vou contar! ;D O fato é que...também não conta nada para ninguém! Mike, o garoto novo que agora anda com sua turma, e sua irmã parecem ter um segredo, ou algo que sua família carrega e Violet quer descobrir...o legal é que, da mesma maneira que o outro livro, esse intercala com pensamentos e diálogos do assassino, como se estivesse interagindo na história (apenas poucos diálogos, coisa pouca mesmo, mas é legal. 
A história também é original, que é mais um ponto positivo!


Esse livro pra mim às vezes é uma incógnita...ele sempre começa muito bobinho. Este então, foi ainda mais que o primeiro. Os diálogos eram bem bobos mesmo, coisas que se você tirasse da história não teria feito a menor diferença. Não sei também, mas o grude do Jay com Violet estava muito chato. Era o tempo todo Violet se derretendo, mimimi pra cá, mimimi pra lá, parecia bem forçado até. O suspense também foi fraco demais. O primeiro me deixou em modo de suspense, esse não senti nada...
O fato de Violet ficar sentindo autopiedade e esconder tudo de todo mundo me irritou profundamente. Essa coisa de mocinha que diz: "ah, não quero deixar ninguém preocupado" e depois se mete em furada para todo mundo socorrê-la me deixa zangada. Ou estou na TPM? Sei lá, mas esse tipo de coisa sempre me deixa irritada...Enfim, o livro 1 eu achei melhor, mas quem gostou mesmo, pode conferir que vai achar esse legal. Vale pela continuação, mas não espere sentir medo, rs.


Zack: Do que está falando? Não é típico da Jessi se meter em roubada e depois eu ter que socorrê-la depois? 

Jessi: Pff...Você se intromete de metido! E acontece que eu digo tudo pra Deus e o mundo...quer dizer, acabei soltando que era caçadora de vampiros na primeira oportunidade. Todo mundo já sabia, até o mendigo da esquina.

Zack: Isso é totalmente diferente. Você é fofoqueira!

Jessi: E você é um metido!

Zack: Mas eu tenho todo o direito de ser! =D



Promo rápida: Os três primeiros que comentarem ganham botons surpresa e marcadores fofos! =D

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Lançamento do Caçado na bienal! =D

domingo, 15 de julho de 2012

Aaaaah, estou feliz agora!! Vou ter o lançamento na bienal, lançamento que não pude ter no ano passado...u.u


Vai ser dia 18 de agosto às 15:00 no estande O52 (estande Caverna do dragão) da bienal do livro em São Paulo! 

Quem tem meu facebook já sabe, haha: Evento aqui

E junto no estande estará as autoras Luciane Rangel, a fofíssima autora de Guardians (quem não leu, faça o favor de comprar lá que é muito bom! =) e Mare Soares, autora de Chantilly, que quero muuito ler!
evento do grupo aqui! 

Vou sortear e distribuir brindes, vender coisas da lojinha (se já quiser alguma coisa, me avise que levo lá! ;D) e aprontar mil - jogar conversa fora, falar de livros, tirar muita foto....^^ Nossa, estou tão empolgada! Quero conhecer todos vocês, mas sei que é difícil para alguns, né? Mas poxa, eu moro em Brasília e vou! rs

Para quem precisa saber mais informações sobre a bienal do livro: De 9 a 19 de Agosto de 2012
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana - CEP 02012-021 São Paulo - SP o site é esse aqui, Bienal do livro sP

Para não se perderem, eu fiz um mapinha! O estande é bem pequeno, mas compensa, né?? rsrs 


Tá difícil de ver lá em cima?? E agora, que está mais perto?? rsrs
 

 E então?? Todo mundo vai, né?? rsrs Vou levar o livro 3 para quem não pode comprar! =)


Beijos a todos!! =***



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Caminhos de Sangue

sábado, 14 de julho de 2012

Ainda bem que segui em frente...
  
Caminhos de Sangue - Dustlands - Livro 1 - Moira Young - editora: Intrinseca

sinopse: "Saba passou a vida inteira na Lagoa da Prata, uma imensidão de terra desértica assolada por constantes tempestades de areia. O lugar não a incomoda, contanto que o irmão gêmeo, Lugh, esteja por perto. Quando, porém, uma gigantesca tempestade chega trazendo quatro cavaleiros de mantos negros em seu rastro, a vida que Saba conhece chega ao fim: Lugh é raptado e ela tem que embarcar em uma perigosa jornada para resgatá-lo. Repentinamente jogada na realidade selvagem e sem lei do mundo além da Lagoa da Prata, Saba não consegue pensar no que fazer sem Lugh para guiá-la. Por isso, talvez a maior surpresa seja o que descobre sobre si mesma: é uma lutadora incansável, uma sobrevivente feroz e uma oponente perspicaz."

Bom, sei que muita gente reclamou do começo desse livro e sei muito bem explicar porquê: a linguagem da personagem é irritante. Eu sei que a autora quis criar uma atmosfera meio selvagem e o jeito que as pessoas falam pode dar a entender um pouco disso, mas ainda assim...Sem contar que o livro diz: "Perfeito para os fãs de Jogos Vorazes". Eu não gosto de cópias quando um livro faz sucesso, mas posso garantir que esse livro não tem nada a ver com Jogos Vorazes...talvez eles quisessem fazer essa propaganda por ser um livro forte, mas acho que não tem muito a ver.

De qualquer forma, pode ser que vocês queiram largar esse livro no começo, por um simples motivo: é muito irritante essa forma de falar: "Mim vai lá" "eu to falano que ele tá ino" "Mim num gosta disso."
Não estou brincando. É assim mesmo que você vai ler o livro todo. É tenso, sério! Não há a palavra 'não' no texto. Só 'num', com todos os personagens. Há apenas um personagem que fala normal, mas ele aparece por pouquíssimo tempo no livro. Eu mesma quase larguei e me eduquei pra ler. No começo foi muito estressante e o português sendo assassinado estava me matando...mas depois que você abstrai a linguagem e o tédio do começo do livro...fica  muito legal!

Lugh, o irmão de Saba é sequestrado...o pai tinha o hábito de ver as estrelas e já sabia que isso ia acontecer. Saba resolve então ir resgatar o irmão, mas ela não sabe muito bem como fazer. Resolve abandonar a casa, deixando sua irmãzinha de 9 anos com uma amiga, o que a deixa estupefata...nem todos os locais eram desertos como a Lagoa da Prata, alguns eram até bem fertéis. Então por que seu pai permitira que eles morassem no deserto e passassem tanta fome e sede? Claro que Emmi não gostou da ideia de ser deixada para trás...
Saba acaba sendo sequestrada em sua missão e forçada a lutar em uma arena até a morte. Como ela sempre vence, tudo por sua sede enorme de viver e resgatar Lugh, ela acaba sendo entitulada "Anjo da Morte". Claro que Saba não acaba abandonada. Ela vai fazendo amizades e pouco a pouco conhece pessoas também indignadas com a situação...e até conhece Jack, um cara convencido e sarcástico que adora passar a cantada nela.

O roteiro foi bem legal, a história em si foi original, mas é meio cansativo a linguagem. Eu insisti e gostei! Deem uma chance também! =) É meio brutal sim, mas não achei tanto. Já li coisas muito piores; a descrição das coisas é que deixa a desejar porque a personagem parece ser meio...selvagem? Não sei bem descrever.

Zack: É parente da Jessi?

Jessi: E esse tal de Jack é muito parecido com "Zack". Deve ser parente também.

Zack: Ela não falou que o cara era lindo de morrer. Então não deve ser parente meu.

Jessi: Então todo parente seu é lindo de morrer?

Zack: Na maioria das vezes.

Jessi: .....

Zack: Ai, meu Deus. Você está imaginando nossos filhos, não é?

Jessi: Ahn....

Zack: Não serão tão perfeitos, Jessi. Afinal, tem dois lados da moed...eu realmente não deveria ter dito isso.

*super sapato alto voador*



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