Intrinseca em Brasília!

domingo, 29 de abril de 2012

Alguma dúvida de que estarei lá??? Sério?? rsrs

Intrinseca está fazendo uma turnê ao redor do Brasil falando sobre os lançamentos do semestre, outros próximos, tirando dúvidas, mostrando trailers e entrevista, etc! Checa só:
(clique na imagem que ela abre maior, ok?) 
 


E tem mais! Vai ter atividades com os blogs, brincadeiras, brindes e vai ser suuper divertido!! Olha só alguns livros que vamos abordar:

- Silêncio
- Circo da noite
- Delírio
- A última carta de amor
- Deslembrança
e muito mais!! =)


O evento de Brasília está marcado para o dia 11/5 (sexta) às 19h, no Shopping Pátio Brasil.Eu voooou com certeza!! (ainda mais porque é perto da minha casa, hehe!) 


Beijoos!


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Conto 23 - a Caçadora

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Okay, okay...eu demorei, mas pensem bem...se eu ficar parando para escrever contos, quando vai poder sair o Caçado?? rsrs 

Conto 23 – Jessi e Zack – personagens do livro “A Caçadora”  de Vivianne Fair
Autora: Vivianne Fair

Eu estava aflita tentando arrumar uma desculpa para o Conselho. Acabara de receber aquele email meio estilo Microsoft: “Seu Windows não é original” e meio estilo Clint Eastwood: “Tá se sentindo com sorte, punk?” A verdade é que soou ameaçador.
“Senhorita Jéssica,
Se possível, gostaríamos que nos informasse quais foram os seus últimos passos para capturar seu vampiro. Caso não tenha feito nada nos últimos dias, pedimos que arrume suas coisas imediatamente e retire-se do local que arrumaremos uma nova missão para você. Caso tenha novidades, informe-nos em no máximo 24 horas.
Tomaremos providências se não se manifestar.
                                          No aguardo,
                                                     O Conselho”

Por que eu estava tão nervosa? Porque esse e-mail estava na minha caixa desde ontem à noite. Por que não abri antes? Porque Zack deu uma festa no meu quarto. Ele espalhou convites xerocados pela escola inteira convidando todo mundo para uma festa do pijama.
Pelo menos ele foi educado pedindo a todo mundo que viesse assim para eu não ser surpreendida sozinha com minha roupa de dormir. O ruim? O ruim é que as lideres de torcida apareceram com baby dolls de renda lindíssimos e eu com um sinistro pijama de bolinhas. Zack estava com um robe preto que estava arrancando fôlego de todo mundo. Era difícil conversar com as pessoas todas olhando para ele.
Incluindo eu. Parecia um filme, nós éramos a audiência e Zack era a tela.
Teve uma hora em que Zack fez uma guerra de catchup e pediu para todo mundo usar dentinhos de plástico o que, é claro, ninguém questionou. Até fizeram poses no chão, como se tivessem sido mortos com meus sapatos de salto alto. Só Zack mesmo para ter essas ideias macabras.
Nem preciso dizer que todos foram embora apenas quando deu 6 da manhã. A razão é que Zack precisava fugir, digo, dormir, e as mulheres acabaram debandando. Os homens em seguida, e até agora não sei quem foi por causa de Zack ou das mulheres em si.
No dia seguinte, acabei acordando lá para as duas da tarde e tive que fazer uma faxina geral no quarto. Até agora não sei como coube tanta gente. Tinha papel higiênico preso na árvore do lado de fora e alguém escreveu nas paredes: “Zack largue aquela aguada” com minha pasta de dente. Bem, as letras não apareceram muito, mas o cheiro estava de matar, lembrando-me constantemente de minha higiene dental.
Quando finalmente consegui tempo para sentar e encontrei aquele email, meu coração parou. Aliás, ele pára sempre que vê Zack, mas de uma forma boa.
Chequei o horário. O email foi enviado ontem às 20:00 da noite e agora eram 18. Ufa! Ainda tenho umas duas horas para enviar uma daquelas desculpas das quais estou ficando craque. Até dá tempo de checar meus outros emails...e acabou de chegar um do Zack.
“Jessi, olha só o que eu fiz!” era o título.
E agora? Clico ou não clico para abrir? Eu sempre tenho medo dos emails desse vampiro maluco, mas algumas mensagens são meigas. Coisas como: “Jessi, você é o sangue que faltava no meu hospital” ou “Jessi, posso te dar uma mordidinha?” Ao que eu imediatamente respondia que SIM, CLARO, VOCÊ VEM AQUI OU EU VOU AÍ??
Enfim, curiosa como sou, acabei clicando. Mas no email não havia nada.
Respondi um pouco preocupada: “Zack, tem algo errado. Não havia nada no seu email. Você esqueceu de colocar o anexo?”
Ele respondeu imediatamente com outro email: “Não! Você vai entender em alguns minutos! Ou segundos, se fiz direito.”
Gelei. Seja o que for, não deve ser coisa boa. Entrei de novo no email do Conselho com uma intuição angustiada.
Totalmente justificada.
Segundos depois a tela escureceu. Engasguei com minha própria saliva. De repente, começaram a pular inúmeras janelinhas na tela escritas “te amo Zack”, e não adiantava nada fechá-las. O site do email se fechou; tentei novamente abrir, mas a senha não funcionava. Não, Zack não poderia... Claro que poderia. Ele mandou um vírus violento para o meu computador.
Como não podia deixar de ser, Eric subitamente manifestou-se ao meu lado.
– Seus pensamentos estão confusos. Você quer morrer ou matar?
– Vai por mim, Eric. Decisão difícil. Zack detonou meu computador e tenho duas horas para consertá-lo. Talvez menos.
– Bem, o que você decidir fazer, está bom pra mim. Matar ou morrer.
– Você é um doce.
– Obrigado.
Sacudi a cabeça. Aquele homem lindo, de cabelos brancos e olhos dourados – quase tão lindo quanto Zack, mas são belezas diferentes – quase me dava ideias. Mas eu não me deixaria influenciar...ainda.
– Eu vou tentar consertar essa droga – resmunguei – Enquanto isso, mantenha seus sussurros sinistros bem longe de mim.
– Tudo bem. Mas convenhamos, você tentar consertar o computador? Mal consegue escrever em fóruns sem me perguntar onde que coloca emoticon. E é campeã em perguntas no Yahoo.
– Eu não te perguntei nada, viu? E você está me deixando mais nervosa. Vou desligar e religar o computador. Vai dar tudo certo.
Ele não disse nada em voz alta, mas murmurou algo como “Zack não ia fazer nada tão falho assim”.
Engoli em seco. O Windows reiniciou. Bom sinal. Meu wallpaper sumiu. Mau sinal. Aliás, meu desktop está completamente limpo. Nem a lixeira está lá. Péssimo sinal. Catastrófico sinal.
– Meus...meus arquivos sumiram todos! Meus programas...não, não! Ele não pode ter feito isso comigo!
– Pode sim.
– ERIC. SÉRIO. NÃO MEXE COM QUEM TÁ QUIETO – voltei minha atenção para a tela – Não consigo acessar meu email. Não consigo acessar coisa alguma!
– Então, vai matar ou morrer?
– Primeiro vou matar!
Ele sorriu animado, mas desanimou quando apenas peguei o celular. A ligação tocou apenas duas vezes e ele me atendeu parecendo estar sorrindo.
– E aí, Jessi? Deu certo? Eu caprichei, né?
Respirei fundo para não perder o controle, mas não estava adiantando muito.
– Zack...eu preciso...computador...email do Conselho...você é um louco lunático...você...você...eu vou te matar...
– Ih, não entendi nada. Está usando pleonasmo? O que não faz um tempinho na escola, hein?
– Zack...
Eu comecei a espumar. Sei disso porque a cara que Eric fez quando viu a cena foi a de quem já não via coisa assim há muito tempo.
– Quandoeutepegarseuvampirosafadovocêvaisearrependerporternascido!!
– Oi? Acho que a ligação está horrível! Ou será sua voz?
– AAAARGH!!
Desliguei, num ímpeto de frustração e loucura. O que eu ia fazer? Levaria dias para conseguir consertá-lo, mas o pior era o email do Conselho. Como iria respondê-lo a tempo? E o que iria dizer? Meus últimos passos foi conseguir um vírus do vampiro mais cruel, irritante e gostoso que conheço. E olha que não conheço muitos.
Certo, não conheço mais nenhum.
Respirei fundo. Próxima saída. Procurar um computador. Tinha um computador na biblioteca? Sim, mas a velocidade era péssima. Você conseguiria entrar no site só depois que ele tivesse sido cancelado ou saído do ar. Ou se o blogueiro se aposentasse. 
Bobby! Como rato de computador ele deveria ter um, obviamente. Não perdi tempo ligando. Corri desembestada pelo corredor, esperando ser surpreendida por alguém e ser obrigada a morder esse mesmo alguém no meu ímpeto de insanidade. Isso não aconteceu.
Infelizmente.
Bobby atendeu a porta com uma cara engraçada.
– Jessi? Que foi? Quem morreu?
– A pergunta é quando, Bobby. Posso usar seu computador? Por favor? É um caso de vida ou morte!
– Bem, eu... tudo bem, vai. E o que aconteceu com o seu?
– Ele está bem aqui. Zack colocou um vírus nele! Consegue consertar? Por favor?
– Bem, pode usar enquanto eu vejo o que posso fazer...
Nem esperei ele pegar o laptop enquanto me jogava na poltrona cheia de batatinhas espalhadas. Não era hora de ficar com nojo.
– Não consigo entrar no meu email!! – gritei, enquanto tentava em vão digitar a senha e só receber a mensagem de que estava errada.
– O que você andou aprontando, Jessi? – ele me fitou horrorizado enquanto digitava algumas coisas no sistema – Andou entrando em alguns sites que dizem: ‘deixe seu computador mais rápido’? Porque definitivamente ele ficará mais rápido agora que não tem nada nele.
– Aah, eu me preocupo com isso depois, tá? Primeiro eu quero contatar o Conselho e não consigo! E agora só tenho uma hora!
– Mas e o trabalho de história para amanhã? Não estava no seu computador?
Estaria se eu tivesse feito.
– Eu já disse que deixo pra me preocupar com isso depois! Consegue consertar?
– Eu não consigo entender esse vírus...quando tento entrar no Windows ele ri pra mim!
– Então Zack vai consertar.
Resmunguei, agradeci ao Bobby – acho – e saí correndo à toda com meu computador a tiracolo. Zack não sabia com o que estava mexendo. Se o email não fosse respondido em uma hora, o Conselho com certeza iria providenciar para que eu me arrependesse disso para o resto da vida. Da última vez ele confiscou todos os meus CDs porque eu disse que as músicas estavam me distraindo da minha missão. Claro que foi uma desculpa idiota, mas um dia acordei pela manhã e eles não estavam mais lá.
Não é de matar de medo?
Por falar em matar, Eric novamente surgiu ao meu lado enquanto eu corria.
– E então, é agora? Você vai matar?
– Talvez. Não me pressione.
Continuei correndo e esbarrei com alguns alunos desavisados indo para a aula. Cheguei ao prédio de Zack em alguns instantes. Aproximei-me da parede que levava à janela para o segundo andar.
– Zack! Zack! Eu sei que você ainda está aí, seu covarde! – joguei uma pedrinha no vidro – É sério! Apareça, seu cretino, safado...
– Epa, epa! – ele abriu a janela sorrindo – Como estamos mal humorados esta manhã!
– São quase oito da noite! – trinquei os dentes – Você só acordou agora!
– Meu horário é meio invertido, você sabe.
– Desce aqui se for homem!
– Ei, sou homem, mas não sou louco! Você parece que vai comer meu fígado de colher!
Eric sorriu. Devia mesmo estar passando isso pela minha cabeça.
– Zack, você precisa consertar meu computador – fitei meu relógio. Eu só tinha mais 20 minutos – O Conselho me mandou um email ameaçador! Se eu não responder logo é capaz de me mandarem embora!
– Primeiro... você vai ter que me pegar!
Ele sumiu da janela. Entrei no prédio com uma estaca na mão e o laptop na outra. Espero que não erre o instrumento quando tentar fincá-lo no coração dele. 
– Zack, onde está você? ZACK, MEU DEUS, ISSO É SÉRIO!!
Um silêncio estarrecedor dominava o prédio. Ele estava se escondendo e meu coração estava em pânico. Con-se-lho-Tum-tum-con-se-lho-tum-tum.
Depois de mais de dez minutos correndo, com Zack entrando e saindo de dentro dos quartos, eu sentei no chão e comecei a soluçar.
Meu vampiro subitamente apareceu e seus olhos azuis refletiram pesar pela primeira vez.
– Safadinha? Você está chorando? Está difícil demais pra me encontrar?
Tentei enxugar meu nariz para não parecer pior do que já devia estar.
– E-eu te-te-tenho qu-que man-mandar um e-email pa-para o Conselho, mas vo-você ne-nem liga! E-eles vão me mandar embo-bora agora. Me-meu tempo aca-cabo-bou! Buhuuuu...
– Aah, é isso? – ele sentou ao meu lado e deu batidinhas nas minhas costas – Você devia valorizar o que realmente importa na vida, sabe, Jessi? Computadores, redes sociais, emails, nada disso importa de verdade. A vida passa num instante. Eu sei. Eu vi isso por todos esses anos: as pessoas desperdiçando suas vidas e eu não queria que isso acontecesse com você. Quanto tempo as pessoas passam lendo besteiras na net? Quanto tempo elas dispõe para ver um pôr do sol ou para ver crianças sorrindo e correndo saindo da escola? Um pássaro no alto de uma árvore florida?
– Isso tudo é muito lindo e me deu o que pensar, mas não faz nenhuma diferença agora que vou ser mandada embora.
– Aff, abre seu laptop e liga.
Eu o abri, liguei e apareceu toda aquela porcaria de novo. Ou nada, seria a melhor resposta.
Subitamente, Zack digitou três teclas e apareceu tudo outra vez.
– Mas... o quê?
– Só estava escondido, bobinha. Era um vírus de disfarce. Já apaguei.
– Mas e meu email? Por que eu não conseguia entrar? De qualquer forma, seu canalha sem coração, nem adianta mais porque o conselho vai me mandar emboraaa....
Ele revirou os olhos e suspirou. Tomou o laptop da minha mão e digitou meu email. Dessa vez a senha funcionou. Na verdade, a senha tinha sido mudada para ‘eu te amo Zack”.
– Eu te dei várias dicas nas janelinhas que apareceram. Mas a senhora nunca presta atenção em nada, né?
– Senhorita.
– Aqui, boba.
Olhei para um novo email do Conselho na caixa de entrada e engoli em seco. Qual seria a punição? Seria mandada para algum tipo de Jogos Vorazes? Seria a primeira a morrer com certeza. Eu entraria em pânico e sairia correndo antes de darem a largada.
O email era simpático e bem-humorado.
“Senhorita Jéssica,
Estamos orgulhosos do seu empenho! É impressionante como você teve o sangue frio e a destreza de matar tantos vampiros de uma só vez! Vamos dar-lhe um pequeno aumento de salário, mas não se acostume. Não se esqueça de sua missão, mas pode gozar de um merecido descanso.
                                       Atenciosamente,
                                                       O Conselho.”
Zack teclou mais duas teclas e mostrou-me o anexo que ele enviara para o Conselho em meu nome. Era a foto que tirara dos malucos na festa cheios de catchup com dentinhos de plásticos e mortos pelos meus sapatos.
– Eu já sabia disso, Jessi – ele secou uma das minhas lágrimas delicadamente – Tinha lido esse email ontem, enquanto você tomava banho. Sei que você teria dificuldade de bolar alguma desculpa idiota e então bolei essa festa imbecil para fazer os tapa, digo, atletas, posarem para aquela foto ridícula. Você provavelmente não conseguiu entrar depois porque eu estava acessando seu email. Depois mudei a senha, claro. Queria que fosse surpresa.
Eu estava muda. Não sabia se estava contente. Não sabia se estava com raiva. Agora sei como é ficar em um estado catatônico.
Eric resmungou e sumiu. Meu estado de matar ou morrer já havia passado.
– Por que não me disse? Por que me fez passar por tudo isso?
– Não teria graça nenhuma. Sem contar que minha mensagem não faria nenhum sentido. Agora você entendeu o que eu quis te mostrar?
– Zack. Eu não sei se estou com raiva, mas ainda estou nervosa.
– Bem, posso te abraçar?
Ele me envolveu com seus braços e encostou o queixo no topo da minha cabeça. Suspirei. Tudo aquilo estava começando a passar. Nunca conseguia ficar com raiva dele por muito tempo.
– Você me ama, Jessi?
– Quando não apronta comigo...amo.
– É só para apimentar a nossa relação. Mas você me ama mesmo? Não se importaria de escrever isso milhares de vezes?
Sorri.
– Não me importaria.
Ele me apertou mais forte.
– Que bom. Porque você vai precisar digitar 1.567 vezes “Zack eu te amo” para destravar suas redes sociais.
Mantive um sorriso congelado no rosto. Nada ia estragar aquele momento.
Nem mesmo Eric surgindo novamente, esperançoso, quando tive um súbito lampejo de matar ou morrer outra vez.


                                      Vivianne Fair


Que tal? Gostaram??
Hehehe! ^^ Acho que me inspirei quando meu computador deu pane por causa de um vírus...tudo tem um lado bom! XD

Entrando uma promo suuper legal da Record essa semana, hein?

Beijooos! 

Para quem quiser baixar:


Pra quem quiser acompanhar os outros: 
conto 14 ( o natal de Zack)
conto 21
conto 22
Leia Mais ►

Resultado da promoção Sociedade das sombras!

Okay, eu completamente esqueci de postar...;/

Desculpem mesmo! Estou tentando organizar a vida, o livro do Caçado, concursos, cosplays..rsrs Mas pode deixar! Hoje entra um conto e mais duas promos ainda esse mês!! 

Vamos ao resultado??




Parabéns, Mayara Mota!!! ^^

Os outros não fiquem tristes! Vocês ainda podem comprar o livro comigo ou tentar ganhar o próximo concurso! ;D 
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Nas sombras

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Bom, interessante e criativo, com certeza! =) 

Nas Sombras - Shade #1 - Jeri Smith-Ready - galera Record

sinopse: "No futuro, um misterioso acontecimento (que ficará conhecido como Passagem) dará para os nascidos depois desta data a capacidade de ver e se comunicar com os mortos. Sendo uma dessas pessoas, Aura passa toda a sua vida tendo que lidar com essa condição. Quando o aniversário de 18 anos de seu namorado, Logan, se aproxima, Aura sabe que será o melhor de todos. A banda dele tem um megashow marcado e há uma festa planejada. Está tudo dentro dos planos, exceto Logan morrer de overdose... E voltar, se fazendo presente na vida de Aura exatamente como antes, só que roxo."




Bom, uma coisa que devo dizer desse livro é que achei bem original. Nesse caso não é apenas a principal que pode ver fantasmas, mas todos os nascidos com 16 anos! Todos os que nasceram após um episódio conhecido como "A Passagem" podem ver os fantasmas - que tem uma coloração roxa e até falar com eles. Mas não podem ser tocados e os fantasmas não podem ver uns aos outros. Interessante, não? Aura detesta esse dom, claro, porque os fantasmas realmente vão atrás, exigindo justiça. Enquanto não fizerem a passagem ficam assombrando os entes queridos e as crianças. Eles vão até a julgamento, olhe só! Nesse caso, há uma polícia especializada que os busca e os captura e crianças intérpretes que os ajudam nos testemunhos.

Deve estar soando confuso, não é? Mas não é não, o livro explica direitinho. Quer dizer, eu não entendi exatamente o que seria essa tal passagem, mas pelo visto no livro ninguém sabe mesmo. Nem a Aura, a primeira que nasceu após a passagem. 

Nessa história, o namorado de Aura morre (não é spoiler, certo? Está na capa do livro! rsrs) e ele começa a assombrá-la, o que ela acha o máximo. Só que ele não consegue se perdoar por ter feito a tremenda besteira que resultou em sua morte. E os dois sofrem, afinal, não podem tocar um no outro. O problema é que Logan pode se transformar numa sombra - e perder o céu pra sempre, tornando-se uma espécie de demônio. Só que Aura também não quer que ele se vá para o céu. Que complicado não?

Nesse meio tempo, aparece Zachary, um cara muito fofo e adorável que dá todo apoio para Aura. Você nem sabe pra quem torce mais! 

Gostei muito dos personagens desse livro; Zachary é muuuito legal e Logan extremamente ligado na Aura. Muito romântico até. O que me incomodou foi algumas coisas que são pesadas para adolescentes, como drogas (cocaína), alcool e alguns palavrões e coisas de baixo calão, não que aconteça o tempo todo (se acontecesse eu não gostaria do livro), mas é que nesse caso é melhor que seja lido por maiores de 16 anos...E o final foi meio confuso. Foi indo, indo, de repente se resolveu numa página e ainda não entendi direito o que aconteceu! Já vi que vai dar pra entender melhor no próximo...é isso mesmo, minha gente, tem mais de um!! (ai...) mas pelo menos é uma trilogia! rsrs  

E olha que lindinho o gif do livro!



Zack: Resumindo...é um amor impossível, então ela tem que ficar com o cara mais gato.

Jessi: Zack, você é um insensível! E se o cara mais gato for o Logan?

Zack: É, eu sei...os sobrenaturais são sempre os mais gatos...

Jessi: Não, querido. O ego dos sobrenaturais são sempre maiores. 

Zack: Totalmente justificável se quer saber.

Jessi: Aaargh, não sei por que ainda discuto com você!

Zack: Nem eu! Eu sempre ganho! Você não cansa, não?

Jessi: Canso, Zack. CANSO.





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