Como treinar seu Viking

quinta-feira, 29 de março de 2012

Hum, fraquinho, mas bom! =) 

Como Treinar o Seu Viking - Cressida Cowell - editora: Intrinseca


sinopse: "Em Como treinar o seu viking, Banguela conta uma história da época em que Soluço era apenas um menino — e parecia bastante improvável que, no fim das contas, ele se tornasse o grande Chefe dos Hooligans Cabeludos. Narrado pelo dragão, esse volume complementa a série de memórias de Soluço, cujos personagens encantam crianças de todas as idades."







Para quem não acompanhou as outras resenhas, aqui os livros: Como treinar seu dragão, Como ser um pirata, Como falar dragonês, Como quebrar a maldição de um dragão, Como mudar uma história de Dragão e Guia do herói para vencer Dragões mortais.
Dá pra perceber que sou louquinha por essa série? É, eu sei que é infantil, mas eu amo demais. E pode ler cada livro separadamente, porque cada um é uma história separada. E é uma série que eu não quero que acabe nunquinha!

Esse livro em especial é narrado por Banguela, o dragão. É super pequenininho (li em 20 minutos) e tem cerca de 78 páginas, por aí. Você lê numa piscada, rsrs. Nele a aventura é mais simples, você não toma sustos e se diverte. Tem alguns bonus como a prova dos bárbaros (prova escrita!!) e você se acaba de rir! =D E ainda tem piadas com dragões, mas não entendi a primeira!! rsrs Alguém me explica??

Então, nesse livro Banguela, Soluço, Perna de peixe, o dragão vaca deste saem para uma pesca no escuro organizada pelo professor bárbaro maluco deles. Banguela tem que pegar muitos peixes e vencer os outros dragões, mas...ele se entupiu de comida antes da competição e agora nem consegue voar! O pior é que tem um dragão sinistro no encalço deles! E agora? 


Bom, eu gostei do livro, mas ele é bem fraquinho mesmo...eu esperava que a leitura fosse mais engraçada, já que é o Banguela que está narrando, mas não é o que acontece. É uma narração mesmo, comum. E ele é tão curtinho que parecia mais um continho no meio das histórias do que uma história prorpiamente dita. Vale mais pra fazer parte da coleção e com certeza as crianças vão adorar! É o tal negócio, foi feito mais para elas do que para nós, né? Acho que estou cobrando demais pelo livro, hehe.


Enfim, já estou aqui sentadinha esperando pelo próximo!! =D


Zack: Tem algum livro aí dizendo: "Como treinar sua caçadora?"

Jessi: Deve estar junto com aquele outro: "Como deixar seu vampiro bem-educado"

Zack: Jessi querida...é óbvio que vampiros já fazem demais. A gente sempre bate antes de entrar.


Jessi: Podiam entrar pela porta como todo mundo!


Zack: Affe, e os morcegos?? E quando Batman invadiu o quarto da loira no filme ela não achou ruim.


Jessi: Sim, mas era o BATMAN, meu bem.


Zack: Sim, mas somos VAMPIROS, darling. Pergunta a algumas das nossas fãzinhas se elas não iam gostar de me ver no meio da noite na janela. Hein? Pergunta.


Jessi: Zack. Calaboca.


Zack: E nós é que somos mal educados, viu?


Jessi: *atira um sapato verde* 

Desculpem o sumiço! Mas estou mesmo estudando ainda para concursos, escrevendo o Caçado e tentando ler nesse período..rsrs
Beijos!  
    
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Silêncio

terça-feira, 13 de março de 2012

 Demorei para engatar, mas...até que não foi ruim!

Silêncio - autora: Becca Fitzpatrick - editora: Intrínseca

sinopse: "Nora Grey não consegue se lembrar dos últimos cinco meses. Depois do choque inicial de acordar em um cemitério e descobrir que ficou desaparecida por semanas, ela precisa retomar sua rotina, voltar à escola, reencontrar a melhor amiga, Vee, e ainda aprender a conviver com o novo namorado da mãe. Em meio a tudo isso, Nora é assombrada por constantes pensamentos com a cor preta, que surge em sua mente nos momentos mais improváveis e parece conversar com ela. Alucinações, visões de anjos, criaturas sobrenaturais. Aparentemente, nada disso tem a ver com sua antiga vida. A sensação é de que parte dela se perdeu..."


Esse é o terceiro volume da série Hush, Hush...quem quer ver a resenha do primeiro, clique aqui! E do segundo aqui! Bom, então...demorei um pouquinho para engatar no livro..os primeiros capítulos passaram se arrastando. Nora havia perdido a memória e não lembrava do Patch. E ela irritou demais! Tudo bem que perdeu a memória, mas não tinha nada que sair por aí dando show de grosseria ou bancando a vítima todo o tempo...e daí querendo ajudar as pessoas do nada...confesso que fiquei confusa. Só sei que o livro no começo era um drama só.

Enfim, a história começa a melhorar quando antigos personagens aparecem, Scott e Patch... até mesmo Marcie já não parecia tãão ruim. Só que como a Camis disse, que coisa irritante isso dos homens de acharem o que é melhor para as mulheres! rsrs No começo chegava a ser irritante o descaso de Patch por Nora...eu realmente não sou muito chegada no amor desses dois.  Depois trocam juras de amor pela eternidade? ¬¬

Em compensação o livro tem muito mais ação, cenas empolgantes mais pra frente e muito mistério. Continuo achando a escrita da Becca muito boa, embora tenha partes que precisei ler mais de duas vezes pra entender. A capa da Intrinseca é fabulosa - amo as capas da série! Os personagens estão mais desenvolvidos, mesmo que eu não tenha me apegado a nenhum...;/ Ao menos não é só Patch e Nora na história. 

O livro não é ruim, é bem empolgante mais pra frente, mas ainda preferi o primeiro! Patch me deixou um pouco frustrada...a principio ele não dá a mínima, depois se importa...uff...Mas agora fiquei empolgada com a expectativa do terceiro! Tudo indica que vai ser bem emocionante agora e com certeza eu quero! ;D

Jessi: Concordo! Que mania que os homens tem de achar que é melhor abandonar a mulher do que ficar com ela, né...ZACK?

Zack: Senti um tom sarcástico na sua voz?

Jessi: O que você acha? 

Zack: Jessi, querida...eu jamais conseguiria fazer isso que esse tal de Patch fez...

Jessi: Me abandonar por amor? Oh, Zack...

Zack: Claro que não! Você me perseguiria de estaca e salto na mão até eu mudar de ideia. Não estou certo?

Jessi: Certíssimo, querido. É bom que você saiba mesmo...¬¬

Zack:



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Conto 22 A Caçadora

quinta-feira, 8 de março de 2012

Okay, eu ia colocar esse conto depois; é bem diferente do que estão acostumados - desta vez Zack e Jessi narram! Zack fez questão que eu colocasse esse post somente hoje para comemorar o dia das mulheres! Não é um doce? XD

Então vamos lá!


Amor demais estraga
Jessi

Essa não, tenho que sair daqui! Se Zack descobrir onde estou nem quero imaginar o que pode acontecer...
Ah, sim, desculpe. Estou no hospital, mas garanto que não é nada grave. Bom, eu estava escalando o muro enquanto Zack dormia para ver se conseguia mais cuecas dele para vender no ebay. Por favor, não sou criminosa, mas se tenho que matá-lo, tentar enriquecer às custas dele é bem melhor, não?
Desculpem, meninas, já vendi todas. Mas quem sabe consigo algumas sungas?
Infelizmente em uma dessas minhas loucuras ambiciosas, escalei o muro, escorreguei e caí de costas do segundo andar. Perdi os sentidos um pouquinho e o diretor me viu caída e chamou a segurança para me levar ao pronto-socorro. Então acordei aqui...pelo menos foi o que Eric me contou. E vê-lo encostado na parede me fitando com interesse mórbido não ajuda muito...
Vocês não conhecem o Eric? Vão conhecer se lerem o livro 2, então não quero ser metida feito Zack e contar spoiler do livro. Vou resumir assim: ele lê meus pensamentos quando se dirigem a ele, some e aparece do nada e tem uma briga com Zack que vou te contar. Não, não é nenhum triângulo amoroso. Ele sabe que Zack e eu nos amamos, digo, estamos tentando nos matar e ele costuma ficar por perto para ver quando um de nós vai morrer. Não é uma gracinha?
– Então é isso? – resmunguei pra ele quando ele acabou de narrar a queda – Que modo estúpido de parar no hospital...
– Muitas pessoas morrem por bem menos, senhorita Jéssica. Tive a esperança que seria sua vez.
– Há-há. Senta e espera, benzinho.
Ele puxou uma cadeira e sentou-se confortavelmente. É, esqueci de dizer que ele também não entende de sarcasmos.
Uma enfermeira entrou toda sorridente e colocou alguns objetos na mesa. Sorri e apontei o soro colocado na minha veia – como detesto ser furada.
Aham, a não ser que venha de dois dentinhos sedutores que gostam de sangue.
– Hum, moça, pode tirar aquilo ali? Eu estou ótima, sério. E tenho um amigo que vai ficar muito, muito, muito preocupado se eu não estiver em casa logo...
– Desculpe, querida, mas você está em observação. Pode ter sofrido um traumatismo craniano. A queda foi alta, entende? É muito importante que fique quietinha enquanto saem os resultados dos exames.
– Imagina, já cai de alturas maiores – eu ri, nervosa – e meu cérebro é perturbado assim mesmo, sério! Preciso ir, meu amigo vai ficar mesmo louco se souber que estou aqui!
– Bem, então ligue pra ele – ela já não estava muito simpática a essa hora. Já devia estar cansada de pessoas reclamando da comida do hospital – O seu telefone está na cabeceira.
– Mas é que...
Ela bateu a porta e saiu. Olhei para o relógio. Já eram 10 para as seis.
– Tenho dez minutos. Preciso sair desse lugar rápido!
– Acha prudente? – interrogou-me Eric fitando-me com aqueles olhos lânguidos e sinistramente lindos – Você pode realmente ter sofrido algum trauma...
– Olha, eu vou realmente sofrer um trauma se Zack descobrir que estou no hospital – reclamei, afastando os lençóis da cama e arrancando do meu braço a agulha teimosamente enfiada na veia – Ele não vai querer me ouvir. Zack quase surtou quando fiquei gripada! Ficou gritando pelos cantos que eu ia morrer e passou a noite toda me entupindo de mel com limão. Tive um baita piriri no dia seguinte. Não, esquece!
– Ah, realmente... mas em 10 minutos ele estará em seu quarto na universidade...
– E pior que nem adianta mentir para essa praga! E como você é muito meu amigo, com certeza vai contar pra ele, não é?
– Certamente.
Resmunguei e procurei meus sapatos pelo chão. Ao menos não me colocaram naquela camisola esquisita do hospital e tiveram a decência de deixar a minha bolsa na cômoda.
Assim que consegui me arrumar decentemente a ponto de não parecer uma paciente de lá, estiquei a cabeça para fora do quarto. Barra limpa.

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Zack

O sol parece que demora tanto para se pôr às vezes! Jéssica é que é sortuda...pode sair sonâmbula por aí e a lua não a destruiria. Quer dizer, não que ela não preferisse ser destruída se andasse de baby doll por aí...
Aliás, me pergunto por que a luz do quarto dela ainda está apagada. Será que já foi para aula? Ela ousaria ir sem mim? Ela tem noção do que posso fazer para me vingar?
Escalei o mais rápido que pude, arrombei a janela esperando entusiasmado pelos gritos dela... e nada. Isso definitivamente não soa bem.
Corri para o armário. Uma das bolsas dela não estava lá. E faltava um par de sapatos. Não, peraí...32, 33, 34... sim, estava faltando um par.
Imediatamente peguei o celular. O número de Jessi já fica guardado no meu número de emergência.
Hum...alô?
– Jessi? Onde raios você está?
Ah... oi, Zack! Então, eu...é... eu estou no supermercado.
Doutor Ziegfried, favor dirigir-se ao quarto 303.
– O que foi essa voz??
Hã... foi a TV.
– TV no supermercado??
Ah, é ultramoderno. Imagina que estou aqui na fila do caixa e tem uma velhinha aqui na minha frente que...
– Jessi, você mente tanto quanto a quantidade de espinhas que tenho no meu nariz. Ou seja: nada. Onde raios você está?
Ai, certo. Antes de surtar, escute: eu sofri uma quedinha de nada, sabe, quando estava por aí colhendo flores e me mandaram aqui para o hospital só pra conferir se eu...
– Ho...Hospital?
Sim, mas é só...
– Hospital??
Zack, pára de frescura! É só...
Desliguei o telefone em estado de choque. Minha Jéssica estava correndo risco de vida. O que seria de minha não-vida sem a mulher mais fofa do mundo tentando me matar (de novo)? O que seria da minha não-vida sem alguém para perturbar por algumas dezenas de anos? Não, não, isso não pode estar acontecendo! Jessi, não... ah, não, Jessi...

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Jessi

– Alô? Alô? Zack? Aah, não, seu idiota, não venha para o hospital...
Resmunguei enquanto fechava o telefone. Que ótimo. Se Zack não me fizesse pagar um gigantesco mico na frente dos médicos e pacientes, ia acabar sendo preso se fosse reconhecido pelos seguranças. Afinal aquele era o hospital de onde ele rouba o sangue para se alimentar.
– Ele está vindo?
– Está, Eric... pode me ajudar indo lá e impedindo-o?
– Impedir Zack de fazer alguma coisa? Acha que sou quem? Chuck Norris?
– Ora, está aprendendo a fazer piadinhas...
– Quem está fazendo piadinhas?
– Que seja. Então desaparece da minha frente porque se Zack te ver comigo vai surtar mais ainda.
Ele desapareceu imediatamente como se fosse o David Copperfield. Ao menos ele é obediente. 
Revirei os olhos e passei pela porta, andando tranquilamente até a saída, sorrindo para todos ao redor e repetindo internamente: “não estou com cara de doente, não estou com cara de doente, não estou com cara de doente...”
– Ei, mocinha!
Um segurança. Ai, agora sim vou ficar doente.
– Pois não?
– Para onde estava indo? Não estava agora internada no quarto 202?
– Eu? Aah, não, eu estava visitando minha irmã gêmea. Você sabe, uma mulher igualzinha a mim.
– Eu sei o que é uma gêmea, moça – ele me respondeu com descaso – qual o seu nome?
– Raimunda.
Incrível como esse é sempre o primeiro nome que passa pela minha cabeça quando tenho que dar um falso qualquer.
– Bem, senhorita Raimunda, já acabou o horário de visitas. Como conseguiu entrar aqui?
Espera aí? Colou? Eu realmente disse essa desculpa esfarrapada para o guarda e ele acreditou? Ai, que sonho! Vou esfregar na cara do Zack! Agora ele não pode mais comparar minha capacidade de dar desculpas com a quantidade de espinhas que tem na cara!
– Hã, bem, eu sou uma mulher tão insignificante, sabe? Vai ver o segurança na porta não me viu!
– Ah, vou contar para o patrão então! – reclamou o segurança de cara amarrada – Sempre que o Venceslau deixa entrar alguém fora do horário é em cima de mim que o chefe cai matando!
Dei de ombros e já ia dar meia volta quando esbarrei na enfermeira que tinha cuidado de mim alguns minutos antes.
– Você? O que faz fora do quarto? Onde está o suporte de soro?
– Eu...ah, não, sou Raimunda, minha irmã gêmea... digo, da minha irmã...
– E quer que eu acredite em um disparate desses? Volte já para o quarto!
Droga. Sem espinhas ou cravos no rosto de Zack.
Bom... tentei então minha última cartada.
Saí correndo.

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Zack

Finalmente consegui chegar ao hospital. Espero ao menos poder olhar nos olhos da minha safadinha e torcer para que ela possa me reconhecer, apesar do estado grave em que se encontra.
Sim, porque deve ser mesmo muito grave. Afinal, ela tentou mentir pra mim!
Olhei ao redor desesperado, tentando sentir o cheiro do sangue dela. Será que precisou de uma transfusão? Ah, espero que não. Vai levar mais de uma semana para eu poder beber o sangue dela outra vez. Sangue alterado, eca! 
Os seguranças olhavam para mim meio ressabiados. Lógico, não é sempre que vêem um homem lindo como eu desacompanhado. Ou então me reconheceram de todas as vezes que assaltei o hospital... bem, penso nisso depois.
Escutei gritos no corredor e corri alarmado. Eu reconheceria esse salto batendo no chão em qualquer lugar! Era minha Jessi! Será que ela surtou em seus delírios no leito de morte e saiu para me procurar? Preciso encontrá-la! Vai que ela olhe para mim e se cure instantaneamente?

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Jessi

Eu não consigo parar de pensar que tudo isso é culpa de Zack! Quer dizer, eu não estaria desesperada tentando escapar de médicos e enfermeiras que só querem me ajudar se não estivesse preocupada com esse vampiro idiota. Ele vai surtar, eu sei.
Assim que abri uma das portas onde diz ‘somente pessoal autorizado’, avistei meu caçado ao longe e murmurei: “Zack, sem mico, sem mico, há doentes nesse hospital...”
Seus olhos se arregalaram e ele pareceu correr em câmera lenta.
Sim, ele estava mesmo correndo em câmera lenta enquanto eu corria em velocidade normal. Retardado.
De súbito ele me alcançou, me abraçou e murmurou nos meus cabelos.
– Não acredito que vai me deixar! Depois de tudo o que passamos juntos, você teria a ousadia de morrer e me deixar para trás?
Sorri sem graça para as pessoas que abriam as portas para tentar entender o motivo do tumulto.
– Para com isso, seu pirado! – rangi os dentes, tentando falar ao ouvido dele –  Eu estou bem, só bati a cabeça e estava em observação no hospital. Só isso! Já posso ir pra casa!
– Não pode não! – gritou a enfermeira atrás de mim apontando uma injeção ameaçadoramente em minha direção – Você não pode ir enquanto não sair o resultado dos exames que...
– Ah, pelo amor de Deus – protestou um médico saindo de um dos quartos – Dá pra ver pela disposição dela que não sofreu nada. Dá logo alta para essa... paciente.
É bom ver que os médicos ainda mantêm o código de ética e não saem por aí xingando os pacientes.
Ela resmungou baixinho, ajeitou o coque e fez um sinal com as mãos para dispensar os outros seguranças. Eu estava salva! Certo, paguei um pouquinho de mico, mas não era a mesma coisa que sair presa do hospital.
Zack saiu agarrado a mim, mas dei de ombros. Ter um homem mega gato agarrado na minha cintura não era tão terrível, mas, do jeito que ele me apertava, as pessoas me olhavam com pena. Parecia que eu devia ter alguma doença terminal.
Enquanto eu assinava a papelada do hospital, Zack se separou de mim dizendo que precisava ir ao banheiro. Depois que assinei tudo, um alarme bateu na minha cabeça. Vampiros usam o banheiro? Essa é nova...
Subitamente ele saiu correndo por mim e puxou o meu braço, arrastando-me para a saída.
– Corre, safadinha! Senão eles pegam você de novo!
– Deixa de ser bobo – protestei, soltando meu braço com um movimento rápido – Já assinei a papelada e fui liberada. Por que me colocariam lá outra vez?
– Porque você é minha acompanhante!
Ele colocou as mãos na blusa e tirou dali dois sacos de sangue.
– Sabe, toda essa tensão me deixou com fome! – ele deu uma piscadinha.
Passei pela porta correndo o mais rápido que pude, escutando os gritos dos seguranças outra vez atrás de mim.
Ai, numa dessas eu acabo com trauma mesmo.


Vivianne Fair

E aí?? Gostaram? rsrs 
Pra fazer o download do conto, clique aqui: 

Certo, se quiserem ver os outros contos, cliquem aqui: 

Pra quem quiser acompanhar os outros: 
conto 14 ( o natal de Zack)
conto 21 

Beijoos!! ^^ Não esqueçam de participar da promo da Sociedade das sombras e ler um conto inédito de Zack e Jesi (bem grandinho) - ainda tenho alguns livros, se não quiserem esperar pra ver se ganharam..rsrs!

beijoos!  

Vivi 
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Promoção Sociedade das sombras!

sábado, 3 de março de 2012

Então, acho que já estava na hora de eu sortear um dos livros que contém o conto de Zack, não?? Se quiser saber mais sobre ele e esse tal conto inédito, clique aqui!

Quanto tempo faz que não coloco promos aqui, não é? Podem deixar, agora vai ser sempre, ok?? Desculpem mesmo o atraso! Tenho várias promos para colocar! =)

                         Como participar?                           

Super simples! Siga as regrinhas abaixo e boa sorte!!

1- Ser seguidor do blog; só clicar na caixinha ao lado, onde diz "seguidores" - basta ter uma conta no yahoo, gmail ou twitter! clique em 'seguir publicamente' e pronto!

2- Fazer um comentário nesse post dizendo: "Eu quero ler o conto inédito dos caçadores!" (se tiver dificuldade para comentar no post, poste como anônimo e coloque seu nome no post!)

3- Preencher o google docs aqui abaixo!! Só pode preencher mais de uma vez se for com link de divulgação!! Ò_ó Senão Cancelo mesmo!!

4- Se for divulgar no twitter, a promo é válida a cada 1 hora de distância de um comentário pra outro, tá? Poste o link que diz "seconds ago" logo abaixo do seu comentário! Poste isso aqui:

Eu quero ler o conto inédito do Zack e de outros autores na promo do Recanto da chefa! http://t.co/hvU3otpc 




5- Se for divulgar em blogs, o banner é esse aqui!



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O resultado vai sair pelo random.org e vai ser postado aqui! Começa hoje dia 03/03 e termina dia 03/04! Divulgue bastante e boa sorte!!!


Beijoookas!
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Itens novos na lojinha e novidades!

quinta-feira, 1 de março de 2012

Okay, como algumas pessoas me pediram imãs e adesivos do Quem precisa de heróis? e da Caçadora, aqui vão! As otakus, Eric e alguns personagens que aparecem no livro 1 e no livro 2! Para quem não conhece o Quem precisa de heróis? podia dar uma chance, né? Afinal, é uma comédia também, como a Caçadora e tenho um xodó especial por ela... ;)
Ah, essa é minha maneira de vê-los, de repente vocês tem outra! ;D 


Cliquem para abrir maior!


Okay, a novidade também é legal!
Quem não conhece a Anny Lucard do Contos Sobrenaturais, não sabe o que está perdendo! Então, a Digital Rio vai fazer um audiobook para a inclusão daqueles que tem algum tipo de deficiência visual!

Neste audioconto, estou narrando a Jéssica junto com meu amigo Pedro, que faz a voz de Zack e é inédito, viu? 
Nesse audioconto também contribui fazendo a capa! O que acham?


Para quem quiser saber mais sobre o audioconto, visite o site dos Contos Sobrenaturais!

Beijos!!
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